AkhenatonAkhenaton (que se traduz por "o espírito atuante de Aton"), cujo nome inicial foi Amenhotep IV (ou, na versão helenizada, Amenófis IV), foi um grande faraó da XVIII Dinastia egípcia. A historiografia credita esta personalidade com a instituição de uma religião de cunho monoteísta entre os egípcios, numa tentativa de retirar o poder político das mãos dos sacerdotes, principalmente aqueles do deus Amon da cidade de Tebas. Para concentrar o poder na figura do faráo, ou para apenas retirar o poderio dos sacerdotes, Akhenaton instituiu o deus Aton como a única divindade que deveria ser cultuada, sendo, talvez, o próprio faraó o único representante dessa divindade. Outras fontes acreditam que Akhenaton apenas queria retirar o poder dos sacerdotes, que em muito influenciavam a vida política dos egípcios, de forma muitas vezes nocivas.
Amenhotep era filho de Amenhotep III, o nono rei da XVIII Dinastia e da rainha Tié. Cresceu no palácio de Malkata, localizado a sul da cidade de Tebas. Durante o reinado do seu pai o Egito viveu uma era de paz, prosperidade e esplendor artístico. Não se sabe muito sobre a sua infância, dado que não era hábito entre os antigos Egípcios documentar a vida das crianças da família real. Teve provavelmente como preceptor Amenhotep Filho de Hapu e ao que parece enquanto jovem era fisicamente débil, não lhe agradando as atividades relacionadas com a caça e o manejo de armas.
Amen-hotep não estava destinado a ser rei do Antigo Egito. Este lugar iria ser ocupado pelo seu irmão mais velho, o príncipe Tutmés, que era filho de Amen-hotep III com Gilukhipa, uma esposa secundária filha do rei de Mitanni. Porém, Tutmés morreu antes do ano 30 do reinado do pai (possivelmente no ano 26) e Amenhotep ascendeu à categoria de "Filho Maior do Rei", ou seja, herdeiro do trono.
Amenhotep tinha sido educado para ser sacerdote do templo de Heliópolis, cidade do Baixo Egito que era o centro do culto do deus solar Rá. Quando o seu irmão faleceu é possível que também tenha herdado o cargo de sumo-sacerdote de Ptah, deus associado aos artistas.
Pastores Amigos da Assembleia de Deus
Praticamente, tivemos boa relação de amizade com todos os pastores da Igreja Assembleia de Deus, que trabalharam em Mundo Novo. Sempre foram bons vizinhos, desde José Manoel Neto, Ozias Coutinho, Francisco Feitosa, José Pinheiro de Lacerda, Pedro de Santana, Daniel Lagos, Manoel Rodrigues, Samuel Azevedo, Antônio Marins, João Carlos Vilande e outros obreiros. Esses homens conduziram a Igreja de maneira satisfatória; uns com mais, outros com menos talento. Cada um deles deu a sua contribuição. Dentre todos eles, os pastores Pedro de Santana e João Carlos tiveram posição destacada, deixando uma lacuna impreenchível, ao se mudarem para outro campo eclesiástico. Pedro de Santana é lembrado ainda por toda a comunidade, tanto que no dia 19 de dezembro, ao comemorar 60 anos de idade, uma caravana daqui se dirigiu para Goioerê, onde o seu "níver" foi comemorado. Presidente da Igreja até 30 de junho, João Carlos Vilande, agora em Ibiporã, deixou saudade em muitos corações mundonovenses, tanto no seio da Congregação como também na sociedade. Era um pastor que sabia interagir, com a sua maneira muito especial de se dirigir às pessoas. Ele sempre levava uma mensagem de conforto aos que dele se aproximavam. Permaneceu aqui por quatro anos, mas parece que o tempo com ele passou muito depressa. A comunidade evangélica, agora tem nova direção, e encontra-se um pouco apreensiva, com a metodologia aplicada por esse novo Obreiro, que é irmão de Daniel Lagos, de saudosa memória. Faz seis meses de nova gestão ministerial, com Adolar Lagos Jr., sendo ainda um desconhecido na cidade e exercendo um sacerdócio com acanhada atuação entre os crentes. Na verdade, a presença dele em Mundo Novo ainda é uma incógnita.
"Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima." (
Apocalipse 7:17)
Um Cego em ParisDizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:
"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou- o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
"Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
" Hoje é Primavera em Paris e eu não posso vê- la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece... pode trazer novas perspectivas.
"Precisamos escolher a forma certa de nos comunicarmos com as pessoas. Não adianta simplesmente falarmos, antes precisamos conhecer a melhor mensagem para tocarmos, sensibilizarmos , convencermos as pessoas".
Riquezas do Homem Não é fácil avaliar qual é a verdadeira riqueza de um homem. Para Schopenhauer ”O que nos torna imediatamente felizes é a alegria do pensamento, pois essa boa qualidade se recompensa logo, por si mesma.” Giono afirma: ”A riqueza de um homem está em seu coração. É em seu coração que ele é o rei do mundo. Viver não exige a posse de tantas coisas.” Godofredo de Alencar informa: “A grande tolice da humanidade foi fazer do amor uma idéia. O amor é o instinto. Dar-lhe cérebro é entristecê-lo.” E Alexandre Dumas Filho conclui, dizendo: “O que as grandes e puras afeições têm de bom é que, depois da felicidade de as ter sentido, há ainda a felicidade de recordá-las.” (050606)
"Apenas é digno da vida aquele que todos os dias parte para ela em combate." (Goethe)
Para a maioria, quão pequena é a porção de prazer que basta para fazer a vida agradável.