domingo, 1 de abril de 2012

Pensamento - VCCLXV - 5265

"O futuro pertence aos que veem as oportunidades
antes que elas se tornem óbvias." (John Sculley)

Pensamento - VCCLXIV - 5264

“Alguns ouvem com as orelhas, outros com o estômago,
outros ainda com o bolso e há aqueles que não ouvem
absolutamente nada." (Khalil Gibran)

Personalidade: Bibi Ferreira


Bibi Ferreira, pseudônimo de Abigail Izquierdo Ferreira (Salvador, 10 de Junho de 1922), é uma atriz, cantora, diretora e compositora brasileira.

É filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo. Nem Bibi sabe ao certo o dia em que nasceu. A mãe dizia que ela nascera em 1º de Junho; o pai falava que a data era 4 de Junho mas, sua certidão de nascimento traz a data de 10 de Junho. Fez sua estreia teatral aos 24 dias de vida, na peça Manhãs de Sol, de autoria de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que desaparecera pouco antes do início do espetáculo. Logo após os pais se separaram e Bibi passou a viver com a mãe, que foi trabalhar na Companhia Velasco, uma companhia de teatro de revista espanhola. Seu primeiro idioma, até os quatro anos, foi o espanhol. O idioma português e o grande amor pela ópera ela viria a aprender com o pai.

De volta ao Brasil, tornou-se a atriz mirim mais festejada do Rio de Janeiro. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu por longo tempo, até estrear na companhia do pai. Aos nove anos teve negada a matrícula no Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de um ator de teatro. Completou o curso secundário no Colégio Anglo Americano e aperfeiçoou os estudos de balé em Buenos Aires, no Teatro Colón.

Sua estreia profissional nos palcos aconteceu em 1941, quando interpretou "Mirandolina", na peça La locandiera. Em 1944, montou sua própria companhia teatral, reunindo alguns dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, como Cacilda Becker, Maria Della Costa e a diretora Henriette Morineau. Pouco mais tarde, foi para Portugal, onde dirigiu peças durante quatro anos, com grande sucesso.





Artigo: Os governos militares - A/01137

Os governos militares


Antes da revolução de 31 de Março de 1964, a travessia entre o Porto Tibiriçá do lado do Mato Grosso e o Porto XV de Novembro do lado de São Paulo era feita por balsas, que transportavam pessoas, veículos e mercadorias. O gado, destinado à engorda nas pastagens do Pontal do Paranapanema ou ao abate nos frigoríficos paulistas - naquela época inexistentes no então estado do Mato Grosso -, era transportado pelas balsas boiadeiras.

Somente no biênio 1953-1954, por esse local atravessaram 400.924 bovinos, 74.029 pessoas, 16.950 veículos e 48.807 toneladas de cargas diversas. Essa movimentação proporcionou uma receita de Cr$ 5.784.100,50 no transporte de animais e de Cr$ 3.880.882,50 no transporte de veículos e cargas, demonstrando claramente a importância econômica e social daquela travessia.

Buscando o desenvolvimento do Mato Grosso e das regiões localizadas ao seu norte, em 22 de Agosto de 1965 o então Presidente General Humberto Castelo Branco inaugurou a ponte Maurício Joppert, ligando o que era final da Rodovia Raposo Tavares na cidade de Presidente Epitácio, do lado de São Paulo, ao município de Bataguassú, do lado do atual Mato Grosso do Sul. Além da ponte de 2.550 metros, essa obra exigiu a construção de um aterro de 10 km de comprimento para complementar os 12,5 Km de travessia de uma área hoje inundada pelo lago da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sergio Motta, de Porto Primavera.

Foi assistindo a implantação de obras como essa, por onde atualmente passa grande parte da produção de grãos e de carnes bovinas, suínas e de frangos de MS, MT, RO e AC destinada à exportação, é que durante minha juventude vivi pessoalmente a história dos chamados Governos Militares, que os antes terroristas e exilados políticos atualmente no poder tanto criticam, acusam de tortura e querem julgar criminalmente sem admitirem, nesse caso, também serem julgados por, em nome da sua luta ideológica e revolucionária, tantas vezes terem assaltado, sequestrado e matado.
Por mais que atualmente os atuais dirigentes do país pretendam denegrir sua imagem, foram homens como Humberto Castelo Branco, Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batista de Figueiredo que impediram a instalação no país do regime político comunista por eles pretendido e que resultou, onde foi implantado, no que ainda pode ser visto na sua tão querida e admirada Cuba: país um atrasado, de dirigentes assassinos e de um povo que de lá só pretende fugir e na Venezuela do "companheiro" Hugo Chávez.

Foi quando administrado por homens patriotas como eles que o Brasil construiu nossas maiores rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, hidrelétricas e linhas de transmissão de energia que possibilitaram nosso crescimento até aqui e criou empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional, a Petrobrás e a Vale do Rio Doce, até hoje as maiores do país.

Foram eles que impediram a tomada do poder pelos radicais de esquerda e após terem preparado o país para o desenvolvimento com a criação de toda a infraestrutura necessária, permitiram que esses terroristas fugitivos e exilados voltassem e fossem livremente reintegrados à vida social, a ponto de muitos estarem hoje ocupando os mais altos cargos políticos do país.

Após o afastamento dos militares do governo, nenhuma obra importante para o desenvolvimento do país foi realizada e pela incompetência dos governos posteriores até para a simples manutenção das realizadas, ocorreu um sucateamento de tudo o que antes já havia sido foi feito, como pode ser facilmente constatado pelo estado de conservação de nossas rodovias, dos constantes apagões de energia, da hoje pequena capacidade de nossos portos e das declarações dos próprios ministros do atual governo, de que o país não possui infraestrutura energética, de transporte e de portos necessária para um crescimento superior a 5% ao ano.

Entretanto, jamais ocorreu um pronunciamento sequer - mesmo partindo dos antigos terroristas hoje no poder-, acusando de enriquecimento ilícito qualquer dos militares que governaram e tanto fizeram pelo país, como diariamente a imprensa noticia estar ocorrendo com muitos dos atuais membros dos Três Poderes Constituídos.

Contrastando com os governos militares, os antigos terroristas que hoje governam o país, além de administrativamente incompetentes, saqueiam ou permitem que o país seja saqueado por seus cúmplices.

(João Bosco Leal www.joaoboscoleal.com.br)

Mensagem do Escritor - M/01572

Dia da Mentira


Dentre tantos dias que são dedicados aos santos e aos profissionais, também foi inventado o Dia da Mentira, que muitos preferem chamar sarcasticamente de Dia do Político. Estórias são contadas sobre fatos curiosos nesse dia, quando as pessoas usam a criatividade para tal fim. As lendas são muitas em todo o sertão brasileiro e nos arraiais, dando conta de folguedos e tragédias com as "mentirinhas" de mau gosto contadas no Dia da Mentira. Alguns "causos" já integram o folclore nacional, como por exemplo aquele "noivado desfeito", cuja consequência teria sido o suicídio da noiva desesperada. Isso até gerou uma moda de viola de muito sucesso no passado. Agora, quando o Dia da Mentira é lembrado nas redes sociais e nas relações interpessoais, a figura do político é logo satirizada, por ser a maioria composta por mentirosos, na opinião popular vigente. Brincando ou falando a verdade, o Dia da Mentira existe, sendo o primeiro de abril consagrado a todos os mentirosos de plantão. (010412)

Artigo: A Confusão Religiosa: A/01136

A Confusão Religiosa em nossos Dias


A Espiritualidade, como um todo, se expande no mundo inteiro, mas na proporção a terra fértil para o surgimento de igrejas e seitas é o Brasil, que já registra um alarmante número de denominações religiosas para todos os gostos. Além de novos títulos, é interessante como as denominações tradicionais se desdobram em subtítulos e ministérios, dando lugar a discussões intermináveis entre líderes e liderados.

Enquanto os grandes e pequenos grupos se acomodam em doutrinas e costumes, há os que preferem ficar no anonimato nas chamadas comunidades Evangélicas. É muito comum, em todas as cidades, se deparar com placas indicando uma nova igreja, que na verdade é uma dissidência de outra igreja, que por sua vez é também dissidente de outra Denominação. Assim, praticamente todos os credos conhecidos são frutos de alguma divisão ministerial.

A Confusão Religiosa é marcante, quando as pessoas ficam em perplexidade diante da realidade espiritual em que vivem. Diante de uma situação deprimente em que se encontram as multidões, a solução é a busca de um refúgio numa dessas milhares de portas que estão abertas para acomodar os cansados e oprimidos. Aliado ao sofrimento humano, também existe a busca da prosperidade, o que vem motivando a fundação de novos templos em todos os lugares. Todos querem cura e vida próspera e a mensagem atual vem de encontro às necessidades de todos os que sofrem.

A grande maioria, ainda sem a consciência desperta, não encontrando naturalmente o Caminho da Paz e da Felicidade, se sujeitam às inúmeras modalidades religiosas que são colocadas à disposição dos mais fracos na fé. O Apóstolo Paulo chamava isso de “Ventos de Doutrina”, porque já naqueles dias muitos queriam experimentar as "águas rotas”, no lugar da Fonte de Água Viva, como bem disse o Profeta Jeremias: "Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas." E ainda hoje é assim: as pessoas em desespero, procuram um alento na primeira esquina que encontram, na tentativa de serem felizes. Sem saberem, começam a exercer o proselitismo religioso, e no fanatismo a coisa fica ainda mais complicada.

Existem as exceções, quando o Adepto Contrito, encontra a Paz que procura; mas as massas nem chegam a entender os propósitos do grupo a que passam a pertencer, pois apenas estão buscando uma felicidade passageira, porque a verdadeira e duradoura não pode ser encontrada em templos feitos por mãos humanas. É possível perceber os absurdos que os chamados “apóstolos e bispos” da nova geração de obreiros têm plantado nos corações dos incautos aqui, ali e acolá. As guerras santas estão nos canais televisivos todos os dias, enquanto milhares vivem em grande confusão religiosa.

João Batista pregava no deserto o batismo para o arrependimento e o Mestre Jesus anunciava as Boas Novas por onde andava. Os discípulos e os primeiros pais na fé faziam a mesma coisa, e sem exagero curavam os enfermos e abençoavam as pessoas. Pedro e João, na Porta Formosa, exclamaram: “Não temos ouro e nem prata...”, mas com a palavra ungida declararam a cura ao paralítico.

Agora, vamos refletir sobre a situação atual. Estaria alguém anunciando o Reino de Deus, sem o acúmulo de bens materiais? É possível que isso ocorra em algumas instâncias da Espiritualidade, mas se sobressai a moderna venda de indulgência.

As pobres criaturas que carecem das misericórdias divinas estão num grande emaranhado, dando ouvidos às falácias humanas, quando na prática deveriam, por sí mesmas, adentrar no Trono da Graça, onde as Bênçãos Incontáveis estão à disposição dos Filhos de Deus.

A Bíblia Diz...

"Trazendo sempre por toda a parte a mortificação
do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida
de Jesus se manifeste também nos nossos corpos."
 (2 Coríntios 4:10)