sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Bíblia Diz...

"Estava ali um homem que, havia trinta
e oito anos, se achava enfermo. Jesus
disse-lhe: levanta-te, toma o teu leito,
e anda. Logo aquele homem ficou são;
e tomou o seu leito, e andava.
E aquele dia era sábado." (João 5:5,8,9)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Personalidade: Rachid Derzi

Rachid Saldanha Derzi


Rachid Saldanha Derzi (Ponta Porã, 21 de outubro de 1917  Campo Grande, 10 de fevereiro de 2000) foi um agropecuarista, médico e jornalista brasileiro que atuou por mais de meio século na política dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Filho de Chehin Derzi e de Estefânia Saldanha Derzi. Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro em 1939, foi lotado no Posto de Saúde de Campo Grande e trabalhou ainda como jornalista. Sua carreira política começou como prefeito nomeado de Ponta Porã (1942-1945). Com a redemocratização do país após a Segunda Guerra Mundial ingressou na UDN e foi eleito vereador em 1947 e prefeito de Ponta Porã em 1950. Eleito deputado federal em 1954, 1958, 1962 e 1966 filiou-se à ARENA após o Regime Militar de 1964. Eleito senador em1970 foi reconduzido ao mandato na qualidade de senador biônico como representante de Mato Grosso do Sul em 1978 transitando para o PP e depois para o PDS e por fim migrou para o PMDB pelo qual foi reeleito em 1986. Em 1994 perdeu a eleição para senador pelo PP e encerrou sua vida pública.

Artigo: Jesus Cristo foi casado ou solteiro? - A/01272


Jesus Cristo foi casado ou solteiro?
O que não falta neste mundo é gente afoita por aparecer, lançar dúvidas sobre fatos e feitos históricos. Atrás de todas essas teses absurdas há um motivo explicável: rolam montanhas de dinheiro, auferidas da ingenuidade de pessoas, ávidas por novidades, que é o ingrediente das várias modalidades da mídia mundial.
Don Brown encheu seus cofres com o livro Código Da Vinci. E o mais interessante é que milhões de pessoas pagaram para ler. Se valeu como passatempo, ótimo. Se todas aquelas baboseiras desse autor possa a alguém ter se tornado em tese, isto é mais  do que lamentável, porque respira ignorância usada pela má fé explícita dos caça níqueis.

Vez por outra surgem, nos jornais, revistas, filmes, livros que viram Best-sellers da noite para o dia, que até se cansam em ficar entre “os mais vendidos” o assunto absurdo de que Jesus Cristo teve esposa, outros arriscam que foi amante de Maria Madalena, e assim vai aumentando a fila dos ingênuos em discussões bizantinas.
Graças ao espírito democrático de nossa era, aqui também me totalmente à vontade para juntar o meu arrazoado com referência a esse assunto que, de vez em quando, se faz momentoso, para logo depois sumir como as ondas de praia,  enchendo múltiplos cofres nas mais diversas regiões do globo.

Esclareço que não me baseio no aspecto religioso da questão, pois qualquer que seja a minha crença ela reside na minha esfera pessoal, e seria deselegante querer tomar a mão de qualquer leitor para levá-lo ao meu templo ou ao meu modo de pensar, fosse numa igreja ou num boteco.

Reservo-me tão somente ao aspecto da figura histórica de Jesus a partir do que se pode confiar como registrado na Bíblia judaico-cristã. Independente de qualquer juízo de valor sobre o Velho e o Novo Testamento, uma coisa salta aos olhos de qualquer historiador ou leitor que se preze, se der à leitura dos registros neles contidos.

Em resumo, pode-se dizer que a Bíblia, que na verdade é um conjunto de livros pela própria etimologia, dela podemos dizer com justiça que a mesma não faz média com nenhum de seus personagens.  O limite de espaço me obriga a citar apenas algumas passagens, onde mesmo aqueles que são considerados patriarcas, profetas e homens santificados ali são espelhados em todas as suas arestas.

Oras, se esse documento não deixou de mencionar que o rei judeu Davi mandou colocar na linha de combate, em situação de risco máximo, ao general Urias, para que este, uma vez morto, lhe deixasse a esposa a quem cobiçava. E que tal injustiça foi perpetrada com menção em seus mínimos detalhes, mostrando o pecado de um dos líderes mais consagrados de Israel, certamente, só isso seria suficiente para mostrar que não se faltou com a verdade.

Mas, em passant, temos o próprio Abraão, o patriarca maior, coabitando com a escrava, de quem nasceu seu filho Ismael e, por conta dos ciúmes de Sara, acabou por lançar Agar ao deserto, sem eira e nem beira.

Na passagem de Ló, em que pelo fato de as noras não terem quem as fecundasse, embebedaram o sogro de quem vieram a ficar prenhes do próprio sogro, por um motivo compreensível até, de que era a perpetuidade da raça e, particularmente da espécie.

Em Ezequiel, onde se conta que ele por 3 anos se alimentou de estrume de animais como penitência por sua condição de homem de Deus...

Oras, seria fastidioso enumerar passagens infelizes da Bíblia, histórias dolorosas de uma mulher que cortou a cabeça de um comandante militar a pretexto de salvação do povo em luta.

Bom. Um livro que narra alturas espirituais das maiores e da mais ampla admiração e êxtase para quanto se derem à sua leitura, que interesse teria em não mencionar sobre a esposa ou mulher de Jesus Cristo? Até porque o povo judeu é um dos que sempre levaram muito em conta o fator familiar. Mais ainda naquele tempo, em que o mundo precisava de aumentar o número de habitantes.

Seria até, por sinal, uma história – sob o ponto de vista literário, mais rica e com um tom mais natural e atraente à leitura sabermos nós, leitores desse livro, como era Jesus como esposo, como era sua esposa, se chegou ou não a ter filhos.

 Tudo isso a Bíblia mostraria, até porque não seria até mais normal do que ele não ter contraído núpcias. Como seria interessante para quem quer que haja escrito a história da bíblia contar como teria  sido o enlace do divino mestre com uma mulher, por certo de muitas qualidades, como bem o sabemos o quanto sua mãe Maria é enaltecida, a ponto de ali se constar que ela será relembrada por todas as gerações até o fim do mundo.

Esta objeção ao fato de Jesus ter sido casado daria um livro de muitas páginas, e colocaria na berlinda todas essas ficções que aparecem  com relação ao estado civil de Jesus. A mim não enganam esses ficcionistas que posam de pesquisadores: são exploradores da ingenuidade pública ou da curiosidade frívola de leitores que vivem à procura de pelo em ovo.

(Geraldo Generoso – Ipaussu, SP)

Artigo: Todo mundo em pânico - A/01271

TODO MUNDO EM PÂNICO


“Nada de câncer ou HIV: as doenças mentais serão o grande mal do Século XXI”. Estas palavras foram proferidas por um querido professor na Escola de Medicina, nos idos do Século XX, quando eu ainda tinha cabelos e a maioria dos trabalhos científicos envolvia pesquisas direcionadas para a AIDS. Hoje percebo que ele não poderia estar mais certo – e eu, mais careca.

No dia a dia do consultório, mais da metade dos atendimentos são para tratar conseqüências de estados emocionais alterados. Por exemplo: a paciente que se queixa de dores crônicas no pescoço, mas não por artrite ou contusões, e sim por todos aqueles problemas que vencem no dia seguinte e a deixam em um estado de tensão constante. E aí tome hipertensão arterial, obesidade, angina, etc.

Recentemente, vem aumentando o número de pacientes que apresentam um distúrbio emocional em particular, a Síndrome do Pânico, caracterizada por várias manifestações inespecíficas que ocorrem em ataques. Durante a crise, podem ser observados palpitações, suores profusos, tremores, falta de ar, náuseas, cólicas abdominais, vertigens, desmaios, medo de perder o controle ou enlouquecer, dormências, calafrios e fogachos.

Tudo bem, sou obrigado a concordar que qualquer pessoa levemente conectada à nossa realidade corre o risco de desenvolver muitos desses sintomas:

A cada dia, no Brasil, ocorrem cerca de 200 assassinatos, 1.000 roubos de carros e mais de 7.500 pessoas são assaltadas - e menos de 5% destes crimes são esclarecidos. Coloque em uma panela estes números da Insegurança Pública e adicione todos os impostos que vencem no começo do ano, o material escolar das crianças e a prefeitura cavando túneis que desabam sob prédios e residências. Tempere com o risco da sua filha adolescente contrair alguma doença sexualmente transmissível que vá lhe chamar de vovó ou vovô, e pronto: temos mais um paciente com Síndrome do Pânico aguardando na recepção.

Calcula-se que cerca de 2-5% da população mundial sofra com a doença. As mulheres são 2-3 vezes mais afetadas que os homens, principalmente no final da adolescência e por volta dos 30 anos de idade.

Como os primeiros casos foram descritos há pouco mais de 20 anos, os cientistas ainda não conseguiram descobrir exatamente os mecanismos que causam a Síndrome. O que se sabe é que os ataques duram cerca de 20-30 minutos (raramente mais de 1 h), podendo ocorrer várias vezes ao dia. O uso de cafeína, álcool, nicotina e outras substâncias com atividade sobre o sistema nervoso central ajudam a desencadear ou potencializar as crises.

A avaliação especializada é essencial. A Síndrome do Pânico deve ser diferenciada de outros problemas potencialmente mais graves, como infarto agudo do miocárdio, doenças pulmonares, epilepsia e alterações na glândula tireóide, entre outros.

Selado o diagnóstico, o tratamento segue o mesmo roteiro de tantos outros distúrbios da ansiedade. Podem ser empregados medicamentos para controlar o estado de nervos (p.ex.: fluoxetina, paroxetina, diazepam, etc), mas é na psicoterapia que reside a cura para o problema.

Sentir medo é uma reação normal. O medo, assim como a dor, cuida da vigilância da sua saúde e bem-estar, mas em hipótese alguma ele deve lhe impedir de curtir plenamente a vida. Se isto estiver ocorrendo, procure auxílio de um profissional capacitado para dominar o estado de pânico - como aquele sujeito no interior que tinha horror a dentistas, mas foi obrigado a fazer uma consulta.

- Não tem jeito, vamos ter que retirar este dente – sentenciou o dentista.

- Mas eu estou com um medo danado, doutor!

- Você está com medo? Então tome um pouco disto aqui, pra ganhar coragem – disse o dentista, entregando ao paciente uma garrafa de cachaça -, e volte dentro de meia hora.

Passados os 30 minutos e meia garrafa depois, o paciente volta.

- E então, ganhou coragem?

- Ô, doutor, e como, *Hic*! Quero ver qual o filho da mãe que vai encostar o dedo neste dente aqui agora!!

(© Dr. Alessandro Loiola


 

 

 

 

 

Artigo: Alvará - Boate Kiss - A/01270

Alvará não é atestado de óbito

Parece que já disseram tudo sobre essa tragédia na boate Kiss, em Santa Maria/RS, mas pelo tamanho dela nunca é demais enfatizar os mesmos aspectos, ainda que já apontados.
Quando ocorre uma desgraça dessas dimensões em qualquer parte do mundo desenvolvido, as autoridades começam por averiguar as responsabilidades. No Brasil o início é pela isenção prévia de culpabilidade dos envolvidos, e logo aqui onde a corrupção grassa na gestão pública, tão conhecida, praticada, vivenciada, quanto negada por todos.

Seguindo a linha do acobertamento, o governador do Rio Grande do Sul pontificou logo que não era momento de achar culpados, clichê já entre autoridades quando ocorrem esses fatos. Culpado não se acha, investiga-se quando se faz necessário, não em casos como este, que salta aos olhos, como costuma dizer o ministro Gilmar Mendes.
Já o comandante do corpo de bombeiros do estado se tornou o “Lewandowski da boate Kiss”. Afirmou reiteradamente que tudo estava normal nessa casa, referente à documentação. Disse que o alvará regular poderia não ter feito a diferença. Se alvará não serve, que se extinga, mas uma fiscalização eficiente, sem corrupção, tem que existir. Seria o mesmo que, após uma queda de avião, se constatasse que o piloto não era habilitado. Poderia ser inevitável, mas acredito que o comandante dos bombeiros não se arriscaria a andar num avião pilotado por um leigo.

Certezas passaram a ser criticadas mais recentemente, mas sem medo de errar, a não em guerra, pode-se afirmar que quando morrem inúmeras pessoas o que está normal não interessa, pela lógica berrante de que as mortes ocorrem pelo que está errado. Nesse caso, quanto mais a casa estivesse de acordo com a documentação, mais a prefeitura, os bombeiros, os entes públicos em geral estariam errados.
Não importa quantas portas estivessem previstas pela norma, poderia ser uma, mas que fosse suficiente para a evacuação sem mortes. Ainda assim, deveria ter mais de uma, pois ocorresse dificuldade na abertura, outra solucionaria o problema.

Depois da tragédia, agora todas as prefeituras e estados correm para fechar boates. Daí não se faz nada com relação à gasolina “batizada” nos postos, aos bares com comida estragada e tomando as calçadas dos pedestres, aos hospitais com funcionários ausentes e presenças asseguradas. Tudo fica ao deus-dará, pois o brasileiro não exige e as autoridades não cumprem suas funções, a não ser por poucos dias após uma tragédia.
Já está no esquecimento o Bateau Mouche, o Morro do Bumba, Santa Catarina, Teresópolis, as mortes em piscinas de escolas, nas embarcações na Região Norte. Além desse esquecimento rápido, o brasileiro só se sensibiliza devido à quantidade simultânea de mortos. Se morressem três vezes de um a um, não haveria nenhuma manifestação de solidariedade. É assim nos acidentes de trânsito, assassinatos, bebês abandonados, pessoas morrendo sem atendimento nos hospitais; nas quedas de aviões, nas enxurradas de todos os verões e tantas outras mazelas.

Essa onda lembra a dos desfibriladores após a morte de um jogador em campo, a falta de “grooving” (ranhuras) do Aeroporto de Congonhas. A maioria nem lembra mais do nome.

Já o título deste texto poderia ser “vai passar”, sobre essa solidariedade e a fiscalização só no momento da comoção; “Santa Maria é aqui”, analogia à música de Caetano Veloso, sobre esse tipo de irregularidade ser generalizado em qualquer canto deste país.  
Sobram os argumentos de defesa prévia dos responsáveis que não cumpriram com o seu dever. Esses ficarão impunes, sem precisar de defensores como os do mensalão. Caso a documentação esteja correta e uma câmera por perto, não faltará o “poc, poc, poc” de Marco Aurélio Garcia, ao comemorar “a não culpa” do poder público pelos mortos no avião da TAM.

Meio banalizado, mas a vida ainda é o bem maior da humanidade e por isso causa toda essa comoção nacional. Portanto, nada, absolutamente nenhuma casa, nenhum local, nenhuma medida e muito menos qualquer lei pode estar correta quando coloca a vida em risco. Todas as autoridades públicas e especialmente o governador e o comandante do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul precisam ser avisadas de que “alvará correto” não pode significar atestado de óbito coletivo.

(Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP)

Artigo: As Curvas - A/01269

As curvas da reta

Há aproximadamente cinco décadas, as drogas, lícitas ou não, estão sendo utilizadas por jovens, pilares de sustentação da sociedade, seu futuro. Como resultado, atualmente no mundo, milhões de pessoas de uma a seis décadas de vida estão envolvidas drogas.
Grande parte da sociedade, principalmente a classe mais abastada financeiramente, passou a fazer vista grossa ou achar normal a utilização das mesmas em festas fechadas de boates, clubes ou residências.

Diante dessa facilidade, admissão e permissividade, muitos que nunca as haviam experimentado acabam cedendo e as experimentam. Alguns ficam somente nessa experiência, mas a grande maioria acaba se viciando.
O mesmo ocorre com as bebidas alcoólicas que atualmente são utilizadas por pessoas cada vez mais jovens ou até antes da sua juventude. Pode até parecer algo sem muita importância, mas não é principalmente porque, elas ainda não possuem sequer seus órgãos digestivos e filtrantes naturais totalmente desenvolvidos.

Essas crianças ou jovens certamente terão uma vida menos saudável e, como continuarão bebendo, abrirão também as possibilidades para novas experiências, como as drogas ilegais, cuja utilização leva pessoas honestas e muitas vezes socialmente bem posicionadas, para o caminho da ilegalidade.
E esse tipo de comportamento leva a outros também não socialmente apropriados, como as mentiras, primeiro para esconder a utilização das mesmas e depois para enganar a si própria, quando tenta buscar explicações e desculpas, ou até menciona orientação médica para seu uso, como a de que uma taça de vinho ao dia faz bem.

Realmente sempre se ouve dizer que essa taça diária faz bem, mas quem a pronuncia normalmente não bebe somente uma taça. São pessoas que passam a sentir necessidade do uso diário de alguma bebida e, quando o organismo já sente essa falta, como também a do cigarro, ela pode até tentar mentir para si própria, mas no fundo sabe que já é uma viciada.
As drogas, lícitas ou ilícitas viciam, e mesmo quando esse vício é de um medicamento clinicamente indicado para determinada ocasião, não se consegue abandoná-lo sem uma ajuda médica, que, sabendo como age a droga, provavelmente também saberá qual o processo menos doloroso para o abandono de seu vício.

A vida é como uma escada, ou uma estrada com várias ramificações, desvios. Podemos subir, descer, permanecer na mesma altura, virar a direita, à esquerda, fazer o contorno ou seguir em frente. A escolha é pessoal, mas os resultados, as consequências, serão diferentes diante de cada escolha.
Entretanto, ela é tão bela que, quando percebemos que a escolha realizada não foi a melhor, normalmente ainda temos uma chance de voltar e recomeçar a escalada ou o caminho. Quem fez uma curva quando deveria seguir por uma reta, só precisa ter a humildade de reconhecer o erro e a vontade de querer acertar.

Através da verdade, aquele que errou o caminho, mas reconheceu esse erro e buscou ajuda, conseguirá novas oportunidades.
Sempre haverá parentes, amigos, namorados ou qualquer outra pessoa, muitas vezes até uma desconhecida, disposta a nos ajudar em uma nova tentativa de escolha.

Em todas as áreas, o passo mais importante é reconhecer os erros e retomar o caminho.

(João Bosco Leal      www.joaoboscoleal.com.br)

A Bíblia Diz...

"Pela fé entendemos que os mundos pela Palavra
de Deus foram criados; de maneira que aquilo
que se vê não foi feito do que é aparente."
 (Hebreus 11:3)