sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Pensamento - IX.XCVIII - 9098

"O nosso ideal deve consistir em ser 
muito, e não ter muito." (Karl Heinrich Marx)

Pensamento - IX.XCVII - 9097

“Experimenta a infelicidade da ruína aquele cujo procedimento não se ajusta à natureza dos tempos.” (Maquiavel)

Pensamento - IX.XCVI - 9096

"Diz-se que tudo passa e o Tempo 
duro tudo esfarela." (Ariano Suassuna)

Jô Soares - Assassinatos na Academia

Assassinatos na Academia Brasileira de Letras


Assassinatos começa com a morte de um imortal, por mais contraditório que isso possa parecer. Belizário Bezerra, candidato à vaga de imortal da Academia Brasileira de Letras, morre no dia da posse, em uma morte estranha e aparentemente inexplicável. Coube ao detetive Machado Machado (assim mesmo, repetido nome e sobrenome, por causa da admiração que o pai do coitado tinha por Machado de Assis) a missão de investigar o assassinato, que logo se mostrou ser apenas o primeiro de uma série de mortes, todas de imortais da ABL, e sempre da mesma forma: repentinamente, sem explicação plausível. Uma coisa curiosa: a cada morte os fardões que os imortais usavam em cerimônias da ABL sumiam junto com o criminoso misterioso. Os suspeitos estão por todo lado: políticos, jornalistas, candidatos frustrados a imortais, entre outros de uma lista enorme que o detetive Machado Machado consegue apurar, mas sem qualquer solução.

(Assassinatos na Academia Brasileira de Letras é um livro de romance do apresentador Jô Soares, recheado de humor, que mescla cenas fortes com cenas hilarias, que levam o leitor a momentos curiosos, sem saber se ri ou se sente repulsa da cena descrita).


Pensamento - IX.XCV - 9095

“Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo.” (Sócrates)

Pensamento - IX.XCIV - 9094

“Há mais do que uma sabedoria, e todas elas são necessárias ao mundo; não é mau que elas se vão alternando.” (Marguerite Yourcenar)

Palavra de Vida

Há quem duvide da Justiça Divina, mas ela é tão certa como a existência da vida e da morte. Há quem conduz a própria vida sem se preocupar com as consequências naturais dos erros praticados. A punição é justa e eficaz para todos os que pensam que errar é simplesmente humano. Numa situação dessa, é preciso levar em conta a Lei do Triângulo, que é justa e milenar. A Lei do Triângulo se cumpre toda vez que o Ser Humano, de maneira arrogante, pratica a injustiça contra o seu semelhante. Ele ofende, humilha e quer aniquilar e nem imagina que o Absoluto contempla todas as coisas debaixo do Sol. Mesmo que a injustiça seja exercida em detrimento de um injusto, a Lei do Triângulo também se cumprirá, de forma proporcional ao caso. “Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos nós, a firme consolação, eis que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.” (Hebreus 6:18)