domingo, 2 de agosto de 2015

Pérolas Divinas - Reflexão

O Amor Deus

A humildade diante de Deus nos torna gentis diante dos outros. Somos todos amados por Deus e todos nós precisamos dEle, nos bons e nos maus momentos. O sucesso, a abundância e posições que Ele tem nos dado são ferramentas que nos ajudam a encorajar os outros quando se sentem fragilizados.  Quando as coisas estão indo bem para nós, pensamos que não temos problemas, somos melhores, ou de certo modo mais amados por Deus. Do que aqueles que estão sofrendo. O pior, contudo, acontece com aqueles que nunca haviam passado pela perda do emprego, e que agora estão desesperados, num beco sem saída. Agiam como os amigos de Jó em seu sofrimento: “se fores puro e reto, Ele sem demora, despertará em teu favor e restaurará a justiça da tua morada.” Diante de uma grande recessão, é necessário que uns ajudem aos outros, e que orem juntos para a proteção de Deus venha ao nosso encontro.

"Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” (1 João 4.7)

sábado, 1 de agosto de 2015

Pensamento - XII.XXVII - 12.027

"Em muitos caminhos na vida superior 
o vencedor e o vencido e o vencido 
o vencedor." (Machado de Assis)

Pensamento - XII.XXVI - 12.026

“A verdadeira tragédia do pobre é que só pode aspirar à renúncia. Os belos pecados, como as coisas belas, são privilégio dos ricos.” (Oscar Wilde)

Pensamento - XII.XXV - 12.025

“O especialista é um homem que sabe cada vez mais sobre cada vez menos, e por fim acaba sabendo tudo sobre nada.” (George Bernard Shaw)

Capitais do Mundo: Nuaquechote - 181

Nuaquechote, Capital da Mauritânia – África


Nouakchott ou Nuaquechote é a capital e maior cidade da Mauritânia. Sendo englobada pelo distrito da capital, não faz parte de qualquer das regiões da Mauritânia. Com uma população estimada em 958.400 habitantes (segundo o censo de 2013), é uma das maiores cidades situadas dentro do deserto do Saara.

Como parte da colónia da África Ocidental Francesa, a Mauritânia não tinha capital. A capital da colónia era Saint-Louis, no Senegal. A pequena cidade portuária e piscatória de Nouakchott foi escolhida para capital do novo país em 1957, tendo-se iniciado um ambicioso programa de construção para aumentar a população da cidade para 15.000 habitantes. Em 1958, a Mauritânia transformou-se numa república autónoma, dentro da Comunidade Francesa. Quando esta organização se tornou moribunda em 1962, Nouakchott tornou-se capital da Mauritânia independente.

Devido ao seu pequeno tamanho até 1958, existem poucos factos relevantes na história de Nouakchott, com excepção da possibilidade de os Almorávidas serem originários desta área.

Nouakchott fica na costa atlântica do Deserto do Saara. Com excepção do porto de Nouakchott, a faixa costeira é deixada vazia e sujeita a inundações. Na década de 1970, a cidade viu sua população se multiplicar, de 20.000 habitantes em 1969 para 150.000 em 1980, devido sobretudo à seca que teve lugar no início da década de 1970, a qual obrigou muitas pessoas de todo o país a migrarem para a capital em busca de melhores condições de vida.
Devido ao rápido crescimento (a população é estimada em mais de 960.000 pessoas atualmente), a cidade está espalhada por uma grande área, com poucos edifícios altos. A cidade está centrada na Avenida Abd-el-Nasser, uma rua larga e flanqueada por árvores, que liga o aeroporto ao centro da cidade.
Nouakchott age como ponto de ligação entre a população urbana e a população nómada do país. Parte da população tem um estilo de vida nómada, tornando difícil estimar a sua população. Apesar de as rochas sob a cidade possuírem um vasto reservatório de água potável, conhecido como Lago Trarza, o rápido crescimento da cidade provoca a escassez de água potável.

Entre os pontos importantes da cidade incluem-se o Museu de Nouakchott, vários mercados, incluindo o Mercado da Prata de Nouakchott, e as praias, uma das quais serve de base à frota de pesca.


Pérolas Divinas - Reflexão

A Dádiva do Sono

Se não pudermos sair de cena e descansarmos um pouco, vamos simplesmente desmoronar. Deus não quer ninguém escravo do trabalho. Ele quer que desfrutemos a dádiva do sono e do descanso. Recusar a dádiva do sono, que é dada por Deus é como dizer que o trabalho é mais importante que Ele. Existem muitas razões para perdermos o sono e não dormirmos como convém. Sempre nos despertamos cedo para trabalhar e ganhar dinheiro e adquirir coisas que nem sempre precisamos. Enquanto dormimos, Deus repõe nossas energias, refaz e reconstitui nossas células, e reorganiza as informações em nossos cérebros. O que Deus aperfeiçoa em nosso corpo enquanto nos encaminhamos para a ilha dos sonhos nada mais é do que miraculoso. Arriscamo-nos, às vezes, a envelhecer precocemente, ganhar peso e doenças, como resfriados e gripes e até mesmo câncer. Ninguém sabe, nem mesmo os cientistas podem definir a importância do sono em nossa vida, mas todos sabemos as consequências quando não dormimos o suficiente.

E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. (Romanos 13.11)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Pensamento - XII.XXIV - 12.024

“O que é um filósofo? É um homem que opõe a natureza à lei, a razão ao costume, a sua consciência à opinião, e o seu julgamento ao erro.” (Sébastien-Roch Chamfort)