O Dízimo é para os nossos dias?“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.” (Malaquias 3.8 )
Costuma-se interpretar o verso acima como se o fato de não se dar o dízimo seja roubar a Deus, pois, teoricamente, 10% de nossas posses pertencem a Deus e deve ser, obrigatoriamente, devolvida.
Mas a Bíblia diz que tudo é de Deus e não só 10%.
“Porque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude.” (I Coríntios 10 .26)
Logo, roubar a Deus nada tem a ver com a questão da devolução de uma parte de nossos bens, pois tudo o que temos, (mesmo que não devolvamos nada) já pertence a Ele.
Na verdade, o roubar a Deus tem a ver com o roubar ao próximo.
No contexto de Malaquias, os roubados eram os levitas, as viúvas e os orfãos que legalmente tinham o direito de comer dos dízimos e que, não sendo o dízimo dado, ficavam sem ter o que comer. Vejamos as confrontações:
“Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem” (Deuteronômio 26.12)
Deus apenas toma as dores deles e diz que quem os rouba, está roubando a Ele.
Perceba que Deus não apenas cobra os dízimos e ofertas, como também diz para que eles seriam utilizados:
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Malaquias 3.10)
Nos dias de hoje não temos mais levitas e nem uma lei que nos obrigue a dar o dízimo para os pobres, por isso creio que o termo “roubar” não se aplique mais àquele que não dá o dízimo.
No entanto, aquele que deixa de pagar um devedor seu para dar o dízimo pode ser chamado assim, pois está tomando posse do que não lhe pertence para supostamente doar a alguém que já é dono de tudo e por isso não precisa.
“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.” (Romanos 13.8 )
Passado o medo de ser chamado de ladrão, fica-se livre para doar movido pelo amor, sem quantias predefinidas e somente do que se tem.
“Cada um contribua, segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (II Coríntios 9.7)
“Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem.” (II Coríntios 8. 12)
Mas a Bíblia diz que tudo é de Deus e não só 10%.
“Porque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude.” (I Coríntios 10 .26)
Logo, roubar a Deus nada tem a ver com a questão da devolução de uma parte de nossos bens, pois tudo o que temos, (mesmo que não devolvamos nada) já pertence a Ele.
Na verdade, o roubar a Deus tem a ver com o roubar ao próximo.
No contexto de Malaquias, os roubados eram os levitas, as viúvas e os orfãos que legalmente tinham o direito de comer dos dízimos e que, não sendo o dízimo dado, ficavam sem ter o que comer. Vejamos as confrontações:
“Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem” (Deuteronômio 26.12)
Deus apenas toma as dores deles e diz que quem os rouba, está roubando a Ele.
Perceba que Deus não apenas cobra os dízimos e ofertas, como também diz para que eles seriam utilizados:
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Malaquias 3.10)
Nos dias de hoje não temos mais levitas e nem uma lei que nos obrigue a dar o dízimo para os pobres, por isso creio que o termo “roubar” não se aplique mais àquele que não dá o dízimo.
No entanto, aquele que deixa de pagar um devedor seu para dar o dízimo pode ser chamado assim, pois está tomando posse do que não lhe pertence para supostamente doar a alguém que já é dono de tudo e por isso não precisa.
“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.” (Romanos 13.8 )
Passado o medo de ser chamado de ladrão, fica-se livre para doar movido pelo amor, sem quantias predefinidas e somente do que se tem.
“Cada um contribua, segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (II Coríntios 9.7)
“Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem.” (II Coríntios 8. 12)
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