Mistério: estariam preparados todos os ocupantes do vôo 447?A queda do Airbus 330 da Air France com 228 (2+2+8) no Oceano Atlântico gerou um fluxo contínuo de informações e notícias. Estava dormindo no quarto do hotel, aqui na monstruosa cidade de São Paulo, quando o telefone tocou, cedo, na segunda-feira. Era um repórter da Associated Press em Bruxelas, disparando perguntas sobre Airbuses e tempestades elétricas. Eu não tinha ideia de que algo tivesse acontecido, mas ele me pegou a atenção ao dizer que um A330 desapareceu depois de uma decolagem do Rio. ‘Estão dizendo que foi um raio’.” (”Patrick Smith, piloto de avião). Documentos inéditos da Aeronáutica revelam situações de alto risco de acidentes no espaço aéreo brasileiro. Duas tragédias não foram suficientes.
cerca de 35 aviões são atingidos por raios diariamente. Vendo que somente um ou dois aviões foram derrubados por raios em meio século, é óbvio que as máquinas foram construídas com esse fenômeno em mente. Seja alumínio ou outros componentes, os 300 mil ampères serão dissipados sem causar dano significativo. Os fatos e as dúvidas sobre o voo 3054 da TAM, que não conseguiu aterrissar na pista do aeroporto de Congonhas e chocou com um prédio da própria empresa. As histórias secretas dos aviões que quase bateram no ar dão um alerta dramático: ou o controle aéreo se torna mais transparente, ou haverá mais acidentes. Existem mistérios e especulações sobre as possíveis causas do desaparecimento do avião da Air France que fazia o voo 447 entre o Rio de Janeiro e Paris.
“O avião teria sido vítima de um clima terrível e de panes técnicas”, questiona em seu título principal o diário francês Le Monde, para quem a reconstituição dos eventos envolvendo o Airbus A330-200 será um “quebra-cabeças”. “Como é possível explicar o silêncio da tripulação e da aeronave?”, diz o diário, para quem “esse silêncio implica que a tragédia foi brutal”.
Outro diário francês, Le Figaro, observa a dificuldade das buscas no oceano e comenta que, apesar de a Air France considerar a hipótese de o avião ter sido derrubado por um relâmpago como a mais provável, “outras hipóteses também precisam ser consideradas”.
Entre as diversas hipóteses analisadas pelo jornal, com diversos graus de probabilidade, estão turbulências, falhas técnicas e ataque terrorista.
Autoridades brasileiras avançaram com a hipótese de o avião se ter desintegrado no ar antes de cair no Oceano Atlântico, enquanto a teoria de ter existido uma grande tempestade ganha força.
Um questionamento: “Terrível imaginar aquele momento de desespero dos passageiros! Lamentável tragédia assim, não há nada a se fazer, a não ser interceder a Deus pelas famílias das vítimas. A ciência esta muito avançada , mas nada se compara às obras de Deus , pois elas são perfeitas!” 228 pessoas parecem ter perdido a vida, de acordo com os noticiários. No campo do misticismo, um Mestre arriscou um palpite, pelos ditames da numerologia. Tudo se resume em 12, que é um número enigmático, com forte representação na Espiritualidade. Para Lázaro de Lima, os ocupantes do vôo 447 estavam prontos para a partida, e portanto, aptos para uma missão maior, longe da compreensão do homem sem a evolução necessária. 12 meses tem o ano, 12 são os signos do zodíaco, 12 são as tribos de Israel, 12 são as portas celestiais, 12 eram os discípulos do Mestre Jesus e 12 são os graus da Escola de Mistérios de Akhenaton. E continua a análise do Mestre: "o 447 se refere à ascensão do grupo ao Plano Maior. (4+4+7=15; 15-12=3). Três é um número perfeito, o triângulo da vida."
Nenhum dos passageiros perdeu a vida, mas entraram em transição, e nos planos superiores, continuam a nobre missão de auxiliar a Humanidade, espargindo Luz a todos os recantos da Terra. No mundo invisível, na simbologia do número 12, esses seres realizam a Grande Obra, juntamente com tantos outros iluminados em todos os tempos. (JLA)
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