O ESSENCIAL E O CIRCUNSTANCIAL
Texto de um monge do século XIV: "Apenas uma pequena parcela de nosso conhecimento está nos tratados, nos livros, nas teses escolásticas. A parte mais importante, porém, habita toda e qualquer alma pura, que se delicia nos mistérios e bebe da fonte do Desconhecido, sem tentar explicá-la. Para conhecer esta fonte, é preciso lembrar-se de coisas da infância e olhar tudo que se passa à nossa volta com uma visão espiritual, densa, alegre. As pessoas falam de sonhos como algo que se desmancha no ar, como uma nuvem. Se percebessem que a nuvem não se desmancha, mas se transforma e se transmuta em chuva, então entenderiam melhor o que quero dizer". Essa a diferença entre o essencial e o circunstancial. Quem não descobrir essa diferença, nunca será feliz. (Francisco C. L. Pucci)
"O excesso é o veneno da razão". Francisco de Quevedo y Villegas (1580-1645); escritor espanhol.
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