Durante décadas Agnaldo Ferreira Gonçalves edita, temporariamente, um dos mais antigos pequenos jornais de Campo Grande, O Independente. Mesmo com tanto tempo de mídia, ficou quase no anonimato. Hoje, aos 60 anos, acabou ficando conhecido de forma lamentável em todo o Brasil por levar uma arma no carro. Virou notícia nacional a morte do menino Rogerinho, de apenas 2 anos, atingido por um dos tiros que Aguinaldo havia disparado depois de discussão e briga de trânsito com Aldemir Pedra Neto. Além da criança, sobrinho de Aldemir, também foi ferido João Afonso Pedra, de 51, avô do menino. O fato surpreendeu muita gente. Aguinaldo se apresentou à polícia hoje (foto) depois da morte do garoto. No trânsito, mais uma tragédia. As rotineiras acontecem porque condutores irresponsáveis descumprem as leis de trânsito impunente. Esta aconteceu porque a lei que proíbe (ou pelo menos restringe) o porte de arma foi ignorada.A frase de Adriana de Mendonça Pedra, de 39 anos, no enterro do neto, diz muito:
- “Não é normal estar armado. Ter arma já não é normal”
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