Como é ser "Obreiro Aprovado"?
Conviver com a prepotência não é tarefa muito fácil. É preciso que exercitemos a tolerância todos os dias, mas confesso que existem momentos delicados em nossa vida. O ser humano é, sem dúvida, um animal racional, que vive em constante transformação, e que, muitas vezes, carece de muito mais compreensão. O que dizer de uma pessoa, que carrega o título de pastor evangélico, e que trata o semelhante com indiferença, tem atuação complicada e pune sem averiguações? Um sacerdote digno de compaixão, pela tamanha arrogância como se apresenta na Comunidade. Em tempos modernos, o diálogo precisa ser mais franco, muito mais próximo, com o verdadeiro exercício do amor. Pelo comportamento usual, é possível detectar, sem pretender fazer julgamento precipitado, que esse "Obreiro" ainda não teve uma genuína experiência com Deus. A longanimidade está bem longe de seus átrios, e o seu coração parece estar cheio de amarguras. A intimidade com Deus contribui para o quebrantamento do Homem, fazendo-o amável, compassivo e sobretudo, educado. A jactância é coisa que nada constrói, podendo agravar os relacionamentos do quotidiano. Quem age desta maneira, só pode ser um obreiro despreparado, que não tenha o perfil de um verdadeiro Homem de Deus, na descrição do Apóstolo Paulo, quando se referia às condições de Obreiro Aprovado. O que precisa fazer, para atingir a estatura de um Varão Perfeito? Buscar a infinita misericórdia de Deus, trabalhando com dedicação, zelando das ovelhas com amor e acima de tudo, ter humildade.
Quem sabe, um dia, na Eternidade, esse falso obreiro dirá:... "eu pregava, eu cantava, até espulsava demônios, participava de campanhas de oração, dava o dízimo todo mês, falava em línguas e tudo mais...." Então o Senhor lhes dirá claramente: "Numca vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniquidade!" (Marcos 7.21-29)
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