Silas Lima Malafaia (Rio de Janeiro, 20 de agosto de 1958) é um pastor protestante pentecostal brasileiro. É o líder da igreja Assembleia de Deus-Vitória em Cristo e um televangelista, também graduado em psicologia. Silas Malafaia é presidente da editora Central Gospel, além de ser vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), entidade que agrega cerca de 8.500 pastores de quase todas as denominações evangélicas brasileiras. Em 1 de junho de 2011, no programa Manhã no Parlamento da Rádio Câmara, o pastor acusou o PL 122 de criar privilégios para os homossexuais de forma inconstitucional, dizendo "Existe uma diferença gritante entre criticar uma determinada conduta e discriminar pessoas" e ainda "O que eles não suportam é a crítica". Na Marcha para Jesus de 2011, Silas Malafaia criticou a aprovação da união estável entre pessoas de mesmo sexo, orientando seus fiéis a não votarem em parlamentares defensores do PL 122. "Ninguém aqui vai pagar de otário, de crente, não. Se for contra a família não vai ter o nosso voto", afirmou Malafia, usando vocabulário que foi considerado "vulgar" pelo Portal iG, por conter termos como "otário" e "lixo moral". Segundo Malafaia, este dispositivo (o PL 122) abre um precedente que criminaliza a conduta de um pastor que, por questão de princípios, impedisse a ocorrência ou o prosseguimento manifestações homoafetivas no interior de seu estabelecimento religioso.[14] No mesmo evento, em 2011, criticou a decisão de liberar a Marcha da Maconha e o PL 122. Em 2012, Silas foi denunciado ao Ministério Público (MP) pela TV Bandeirantes por fazer comentários que foram considerados homofóbicos, de ódio e que poderiam "incitar a violência em relação aos homossexuais" durante um dos seus programas transmitidos pela emissora. O processo acabou extinto pelo juiz federal Victorio Giuzio Neto, que o considerou uma forma de censura. Recebeu o título de cidadão benemérito do estado do Rio de Janeiro, concedido pela Assembléia Legislativa, e a medalha de pacificador, entregue pelo Exército Brasileiro
domingo, 17 de junho de 2012
Personalidade: Silas Malafaia
Silas Lima Malafaia (Rio de Janeiro, 20 de agosto de 1958) é um pastor protestante pentecostal brasileiro. É o líder da igreja Assembleia de Deus-Vitória em Cristo e um televangelista, também graduado em psicologia. Silas Malafaia é presidente da editora Central Gospel, além de ser vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), entidade que agrega cerca de 8.500 pastores de quase todas as denominações evangélicas brasileiras. Em 1 de junho de 2011, no programa Manhã no Parlamento da Rádio Câmara, o pastor acusou o PL 122 de criar privilégios para os homossexuais de forma inconstitucional, dizendo "Existe uma diferença gritante entre criticar uma determinada conduta e discriminar pessoas" e ainda "O que eles não suportam é a crítica". Na Marcha para Jesus de 2011, Silas Malafaia criticou a aprovação da união estável entre pessoas de mesmo sexo, orientando seus fiéis a não votarem em parlamentares defensores do PL 122. "Ninguém aqui vai pagar de otário, de crente, não. Se for contra a família não vai ter o nosso voto", afirmou Malafia, usando vocabulário que foi considerado "vulgar" pelo Portal iG, por conter termos como "otário" e "lixo moral". Segundo Malafaia, este dispositivo (o PL 122) abre um precedente que criminaliza a conduta de um pastor que, por questão de princípios, impedisse a ocorrência ou o prosseguimento manifestações homoafetivas no interior de seu estabelecimento religioso.[14] No mesmo evento, em 2011, criticou a decisão de liberar a Marcha da Maconha e o PL 122. Em 2012, Silas foi denunciado ao Ministério Público (MP) pela TV Bandeirantes por fazer comentários que foram considerados homofóbicos, de ódio e que poderiam "incitar a violência em relação aos homossexuais" durante um dos seus programas transmitidos pela emissora. O processo acabou extinto pelo juiz federal Victorio Giuzio Neto, que o considerou uma forma de censura. Recebeu o título de cidadão benemérito do estado do Rio de Janeiro, concedido pela Assembléia Legislativa, e a medalha de pacificador, entregue pelo Exército Brasileiro

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