Elias foi um profeta
no Reino da
Samaria durante o reinado de Acabe (século IX a.C.), de
acordo com os Livros dos
Reis.
De acordo com os Livros
dos Reis, Elias defendeu o culto de Yahweh contra o
culto popular a Baal;
ele ressucitou um morto; fez fogo cair do céu e
subiu ao paraíso num redemoinho (acompanhado por uma carruagem e cavalos de
fogo ou montado nela). No livro de Malaquias, o retorno de Elias é
profetizado: "antes da vinda do grande e terrível dia do Senhor,"
fazendo dele um precursor do Messias e da escatologia em várias religiões que reverenciam
a Bíblia hebraica. Referências a Elias são feitas no Talmud, Mishnah,
Novo
Testamento e Corão.
No judaísmo, o nome de
Elias é invocado no ritual Havdalah semanal que marca o final do Shabat, e Elias
é invocado em outros costumes judaicos, entre eles o Sêder de Pessach e do brit milá
(ritual de circuncisão). Ele aparece em várias histórias na literatura rabínica e no Hagadá,
incluindo o Talmude
Babilônico.
No cristianismo, o Novo
Testamento descreve como Jesus e João Batista
são comparados a Elias (em algumas ocasiões, considerados por alguns como
manifestações de Elias) e como se deu a transfiguração de Jesus, onde Elias
aparece ao lado de Moisés.
No Islã, o Alcorão
descreve Elias como um grande profeta e justo de Deus, e quem poderosamente
pregou contra a adoração de Baal.
Em várias representações
da crucificação e do martírio de Jesus, é dito que nos últimos momentos de
Cristo na cruz , ele tem uma visão e começa a esbravejar o nome do profeta
"Elias!" ao que os sacerdotes dos fariseus que observavam tudo
diziam: "vejam, ele invoca o nome do profeta Elias"
Nenhum comentário:
Postar um comentário