Francisco Cândido Xavier foi um dos maiores expoentes do espiritismo no século XX. Da infância pobre ao reconhecimento internacional, Chico Xavier nunca pensou nele, e sim, no próximo.
Depois de conhecer seu guia espiritual, Chico levou o dom
psicográfico às livrarias. Autores falecidos puderam continuar suas obras
através do médium.
Foram mais de 400 obras psicografadas e publicadas em
diversos idiomas, uma vendagem superior a 50 milhões de exemplares.
Chico nunca ficou com um centavo do dinheiro arrecadado
com as vendas. Toda renda, desde o seu primeiro livro, foi destinada para
instituições espíritas e seus trabalhos sociais, ajudando sempre os mais
necessitados.
O médium recebeu dezenas de homenagens de várias cidades,
porém, humildemente achava que esta admiração pertencia à doutrina espírita e
não à ele.
Chico era uma ponte de conforto para milhares de mães que
buscavam nele a esperança de contato com os filhos já mortos. Um trabalho
que passou a ter notoriedade graças ao seu empenho e disciplina.
Até o fim de sua jornada, Chico foi um exemplo de
dignidade. Era uma pessoa muito simples até mesmo dentro do seu próprio quarto.
Poucos móveis, somente o essencial. Chico Xavier foi um homem que abriu mão de
tudo para ensinar aos outros a importância do amor.
Nasceu em Pedro Leopoldo no 2 de abril de 1910, desebcarnado a 30 de junho de 2002, em Uberaba. Seus
pais eram João Cândido Xavier e Maria João de Deus.

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