sábado, 16 de novembro de 2013

Pensamento - VII.DCLXXXVI - 7686

Enquanto durante o primeiro ano que passei na prisão, nada mais fiz, e lembro-me de não ter feito mais nada senão espremer as mãos num desespero impotente e dizer: “Que fim, que horrível fim!”. Agora procuro dizer a mim próprio, e às vezes, quando não estou a torturar-me, consigo realmente dizer com sinceridade: “Que começo, que maravilhoso começo!” (Oscar Wilde)

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