"É como nos transplantes: o morto que doa o seu coração ou os seus rins, continua batendo e purificando o sangue no transplantado. Isto é, continua vivendo em alguém. Todo o ato de amor, toda a obra bem feita e perdurável é transplante de alma cedido a um desconhecido que vive dele e com ele." (José Luís Martin Descalzo)
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