O Mestre em sua Caminhada, sempre
recomendava a seus Seguidores para nunca julgar ninguém. Nós temos o hábito de
julgar as pessoas mesmo não conhecendo os detalhes da história de cada uma
delas. Os frutos acompanham os benfeitores, de modo que estes ficam
"blindados" diante de possíveis acusações. Mesmo assim, precisam se
defender para que a infâmia não prolifere acima da realidade dos fatos. Os
conluios chegam a ser demoníacos quando o poder temporal quer dominar. Há que
prevalecer o bom senso das partes, evitando-se os males da calúnia e da
difamação. A melhor maneira neste caso é confiar na razão do tempo, que
soberanamente vai mostrar a verdade, e assim, no melhor momento irá desmascarar
os falsários. É assim que tem sido em todas as questões absurdas, onde
escândalos se evidenciam por conta da inveja e da luxúria que habitam em muitos
corações. “Regozijemo-nos, alegremo-nos,
e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa
se aprontou.” (Apocalipse 19.7)
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