Enquanto o caso é discutido
em tribunais e nos meios jurídicos e policiais, Eloá está morta, e com a
família inconsolável, fica apenas a sensação de que a Justiça cumpriu
o seu papel, condenando o indefeso réu a quase cem anos de prisão. Se esse
rapaz tivesse a consciência evoluída, se a polícia fosse melhor prepárada
e se os pais tivessem dado melhor educação à filha, com certeza esse caso teria
tido um melhor desfecho. Ninguém está preparado para aceitar uma tragédia
desta proporção, mas se o Estado contasse com um Aparelho Policial mais
eficiente, as barbáries seriam evitadas e as famílias de bem poderiam ser
poupadas de tamanha dor e tanto sofrimento. “Bem-aventurados os que sofrem
perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” (Mateus
5.10)
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