terça-feira, 18 de novembro de 2014

Saúde em Mundo Novo

Mundo Novo quer que Hospital seja reaberto
 Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa

Muitos se queixam do mau atendimento em casas de saúde, principalmente quando o atendimento é gratuito, aquele feito pelo SUS. E quando é caso de acidente à noite, a situação fica mais grave ainda. Às vezes, mesmo pagando, não existe médico de plantão para prestar os primeiros socorros à vítima. Isso não chega a ser denúncia, é um quadro real em que as pessoas sentem na pele toda vez que necessitam de atendimento médico-hospitalar.

Se for feita uma enquete, ela será negativa sobre o sistema de saúde, muito mais grave em  Mundo Novo e cidades circunvizinhas. Quando o assunto é especialidade, fica pior ainda, pois não existem convênios com os profissionais, e geralmente há um abuso quando acontece o atendimento, citando por exemplo, a rotina na área de ortopedia.

Dia destes, um paciente procurou o hospital da cidade, e como passava da meia-noite, não havia plantão-médico. Também em Eldorado não havia médico, nem que fosse pago. A decisão no momento foi dirigir-se à cidade de Umuarama, onde o atendimento felizmente aconteceu  na madrugada, no Hospital de Plantão, sem qualquer custo.

Então, por mais que o médico seja um sacerdote da medicina, por mais que seja abnegado, por mais que tenha feito o famoso juramento de Hipócrates, as falhas são visíveis na saúde. Existem, sim, médicos dedicados e altruístas em todos os lugares, como o doutor José Carlos da Silva e tantos outros, mas não estão dando conta de atender toda a população, aqueles que precisam nas horas incertas da vida.

É hora, portanto, de abrir mais casas de saúde em todas as cidades, e reabrir o Hospital Evangélico de Mundo Novo, para dar um atendimento digno ao doente aflito. É preciso que haja investimento na saúde pública e que convênios sejam celebrados com os profissionais de saúde, em suas principais especialidades. O poder público precisa estar mais presente, porque existe omissão de socorro também, mesmo quando os repasses são feitos regularmente aos hospitais e clínicas médicas. As autoridades do setor precisam também estar mais vigilantes, fiscalizando e apoiando para que o doente nunca seja penalizado.


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