segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O Adeus a Elianete Cristiane

O Adeus a Elianete, em Moreira Sales


O acidente aconteceu no último sábado, dia 8, quando foi ceifada a vida da jovem senhora, Elianete Cristiane, de apenas 41 anos de idade. Filha do casal de comerciante Rosalina e Anívio Costa Ferreira, nasceu em Eldorado no dia 22 de fevereiro de 1973 e cresceu em Mundo Novo, rodeada de bons amigos e muita fé no coração. Fez os estudos preliminares na Escola Castelo Branco, tendo ali mesmo concluído o Ensino Médio. Formou-se em Farmácia e Bioquímica na cidade de Marília, e também era formada em Teologia.  

Casada com Sérgio Hasegawa, bioquímico e vereador em Moreira Sales, o casal tem duas filhas: Maria Fernanda e Ana Beatriz. Ela viveu para trabalhar e fazer o bem às pessoas. Deixa um legado: serviu com dedicação à Igreja Católica, na qualidade de catequista e mais recentemente, como coordenadora catequética na Igreja São João Batista de Moreira Sales. Exerceu também a vice-coordenação da Pastoral Catequética da Diocese.

É com lágrimas que os pais, Anívio e dona Rosa, falam sobre a filha, que Deus quis levá-la para o descanso eterno. “Elianete foi uma filha que deu muito orgulho ao pai e à mãe, escolhendo a melhor parte, que era servir a Deus e à Comunidade. Ela cumpriu a sua missão com amor e muita fé, disso nós temos certeza.” E prossegue o pai emocionado: “A saudade permanecerá em nossos corações!”

Elianete deixou a sua marca por onde passou, pelo exemplo de mulher cristã e grande profissional em análises clínicas. Dedicada, humilde, amorosa, alegre e tantas outras qualidades que palavras não podem descrever, como a sua grande abnegação e amor ao próximo.

Gil Riguette, durante o velório da saudosa Elianete, expressou assim: “Percebi uma menina, que ficou um grande tempo ao lado do caixão nas horas finais do velório na igreja. E que também estava presente nos minutos finais da ultima oração no cemitério. Por curiosidade e faro jornalístico, perguntei a ela, bem no momento final em que estava sendo lacrado o túmulo pelo coveiro (onde ela também estava ao lado do caixão), se ela conhecia a Elianete. Ela me respondeu que não a conhecia, então perguntei o porquê dela estar ao lado do caixão o tempo todo, na igreja e no cemitério. Ela me respondeu com toda a pureza e gratidão de uma criança: "Uma vez estava passando em frente à casa dela, ela me chamou e me deu uma boneca que eu não tinha pra brincar, desde então nunca me esqueci dela." Essa história resume um pouco de sua vida dedicada à partilha e amor ao próximo.

Mensagem:
“O amor é a asa veloz que Deus deu à alma 
para que ela voe até ao céu.” (Michelangelo Buonarroti)



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