

A gripe que está matandoSeria moda o uso de máscara contra a gripe suina?
Influenza A subtipo H1N1 também conhecido como A(H1N1), é um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em humanos. A letra H refere-se à proteína hemaglutinina e a letra N à proteína neuraminidase. Este subtipo deu origem, por mutação, a várias estirpes, incluindo a da gripe espanhola (atualmente extinta), estirpes moderadas de gripe humana, estirpes endêmicas de gripe suína e várias estirpes encontradas em aves.
Variantes de H1N1 de baixa patogenicidade existem em estado selvagem, causando cerca de metade de todas as infecções por gripe em 2006.
Em Abril de 2009, um surto de H1N1 matou mais de 100 pessoas no México, e pensava-se existirem mais de 1500 indivíduos infectados em todo o mundo em 26 de Abril de 2009. O Centers for Disease Control and Prevention nos Estados Unidos avisou que era possível que este surto desse origem a uma pandemia. No balanço oficial da OMS divulgado no começo da manhã de 8 de maio de 2009, que não inclui o aumento de casos na América do Norte, Europa e América Latina, o número de contaminados era de 2384, com 42 mortes.
É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Influenza A subtipo H1N1 também conhecido como A(H1N1), é um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em humanos. A letra H refere-se à proteína hemaglutinina e a letra N à proteína neuraminidase. Este subtipo deu origem, por mutação, a várias estirpes, incluindo a da gripe espanhola (atualmente extinta), estirpes moderadas de gripe humana, estirpes endêmicas de gripe suína e várias estirpes encontradas em aves.
Variantes de H1N1 de baixa patogenicidade existem em estado selvagem, causando cerca de metade de todas as infecções por gripe em 2006.
Em Abril de 2009, um surto de H1N1 matou mais de 100 pessoas no México, e pensava-se existirem mais de 1500 indivíduos infectados em todo o mundo em 26 de Abril de 2009. O Centers for Disease Control and Prevention nos Estados Unidos avisou que era possível que este surto desse origem a uma pandemia. No balanço oficial da OMS divulgado no começo da manhã de 8 de maio de 2009, que não inclui o aumento de casos na América do Norte, Europa e América Latina, o número de contaminados era de 2384, com 42 mortes.
É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Saiba como a máscara pode
auxiliar no combate à doença
A gripe suína está ameaçando e mobilizando populações no Hemisfério Norte. E se, como diz o ditado, a desgraça de uns é a fortuna de outros, o Filligent laboratório chinês está no segundo time e lucrando com a possibilidade de pandemia comercializando a BioMask, a primeira máscara facial que mata a cepa mexicana do vírus influenza. A máscara está sendo apontada como solução para conter os surtos de gripe suína e, segundo a CEO da BioMask, Melissa Mowbray-d´Arbela, "as entregas preferenciais estão sendo feitas para profissionais de saúde atuando no tratamento do vírus."
O Equipamento filtra 95% de partículas que podem carregar o vírus. Quem acompanha as notícias sobre a evolução da gripe suína, deve se perguntar se as máscaras usadas nos países atingidos realmente protegem a população. A resposta é positiva. Com um encaixe perfeito, ocorre a vedação total do rosto. As máscaras filtram 95% das partículas (por isso o nome, N95) — chega a barrar partículas muito pequenas, que podem estar carregando o vírus. Ela cobre mais a área do nariz e da boca, ajudando a vedar estas áreas do rosto e proteger a respiração. Uma peça de alumínio na parte superior molda a máscara ao nariz e elástico ajuda a acoplá-la ao rosto.
O Equipamento filtra 95% de partículas que podem carregar o vírus. Quem acompanha as notícias sobre a evolução da gripe suína, deve se perguntar se as máscaras usadas nos países atingidos realmente protegem a população. A resposta é positiva. Com um encaixe perfeito, ocorre a vedação total do rosto. As máscaras filtram 95% das partículas (por isso o nome, N95) — chega a barrar partículas muito pequenas, que podem estar carregando o vírus. Ela cobre mais a área do nariz e da boca, ajudando a vedar estas áreas do rosto e proteger a respiração. Uma peça de alumínio na parte superior molda a máscara ao nariz e elástico ajuda a acoplá-la ao rosto.
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