terça-feira, 15 de julho de 2014

André Puccinelli: Balanço Geral

Governador André Puccinelli faz um Balanço Geral 
de seu Governo, após quase oito anos de Gestão

Governador André Puccinelli faz um balanço de seu Governo, após quase oito anos de Gestão
O governador André Puccinelli vai deixar, dentro de alguns meses, a administração do Estado com as contas públicas equilibradas e, sem gerar ônus ao próximo governador. Ele atribui a industrialização e capacitação como algo sólido e determinante em todo esse complexo gerencial, que produziu emprego e capacitação sem aumentar alíquota nos impostos. Este é um ano de despedida, mas o governador André Puccinelli avalia positiva a Administração do Estado, cujas ações vieram de encontro aos anseios do povo sul-mato-grossense.

AVANÇOS SIGNIFICATIVOS - Houve avanços em todas as áreas, mas o que o governador mais considera como fator decisivo em Mato Grosso do Sul é o equilíbrio das contas do governo, sendo possível um melhor planejamento. Puccinelli lembra sempre de um começo muito difícil, quando herdou uma dívida enorme do governo que o antecedeu.  “Nós tínhamos de dívida R$ 6,98 bilhões do estado para com a União, mais vencidos relacionado em restos a pagar R$ 1,167 bilhão, cujo valor na época, em relação à arrecadação representavam 181% da receita corrente líquida”, mencionou.
Agora o Estado vive outra realidade, com um patamar aceitável dentro de uma programação lógica, com o fechamento das contas em dezembro, sem quaisquer embaraços para o sucessor. “A dívida em relação à receita corrente líquida não passará de 95%. Portanto, dívida em relação à receita caiu a metade.”, declara o governante.  

Gestão Responsável– Na segurança pública, Puccinelli encontrou 300 veículos em cima de cavaletes: alguns não tinham motor, câmbio e rodas. Outros 300 estavam rodando no estado. Hoje, há mais de 1,2 mil veículos circulando em MS. Não havia uniformes, mas foram comprados depois. Foram substituídos os revólveres por armas mais modernas, pistolas automáticas e armamentos mais pesados; foram compradas coletes à prova de bala, reformadas muitas delegacias. Foi ampliado o número de servidores nas polícias. Foram chamados 2667 servidores e estão para ser chamados mais de 1,5 mil. Quase dobrando a quantidade de recursos humanos das polícias. O Cenasp nacional diz que estamos entre os três melhores estados nas soluções dos crimes. O percentual de resolução passa de 70%.

Na habitação, há um slogan em andamento, ‘uma casa por hora’. O total de casas feitas no Estado, ou em parceria com o governo federal, prefeituras ou só feitas pelo governo do estado, totalizam perto de 70 mil entre as entregues e as construídas. O déficit representará 50 mil moradias ao término do nosso governo. Só em Corumbá,  1,2 mil casas foram feitas e entregues com recursos próprios do Governo do Estado.

Na saúde, é o reclame maior, mas houve a descentralização, construindo e terminando hospitais em Fátima do Sul, Chapadão e Coxim, todos equipados. O hospital de Nova Andradina foi terminado, ampliado e equipado. Todos vinham para Campo Grande, agora as pessoas são atendidas em suas cidades. Uma série de equipamentos foram distribuídos, como Raio-x, que tem município que não possui ainda. Hoje, quase todos os municípios têm raio-x, pequenos, médios e grandes, que foram entregues com recursos do Estado. Em alguns lugares acontece o exame de mamografia, que é mais sofisticado. Não é qualquer técnico, nem qualquer médico que faz e sabe interpretar a mamografia. Dez municípios receberam mamógrafos e dois municípios que receberam tomógrafos. “Nós fizemos um expediente chamado contratualização que para os hospitais e as prefeituras recebessem o dinheiro a mais daquele que é de nossa obrigação, de lei. Na contratualização, disponibilizamos R$ 10 milhões a mais por mês.” Finalizou o governador.

Matriz Econômica. As duas fábricas de celulose são um marco divisor na economia do Estado, e já se discute a possibilidade de uma terceira fábrica de celulose na cidade de Ribas do Rio Pardo, tendo acontecido audiência pública ali, por causa do Zoneamento Econômico Ecológico.

André define assim: “Aqui é pra plantar alimento porque a terra é muito boa, não é para plantar cana. Em outro local é apropriada para eucalipto e seringa. Há um grande polo de seringueira em Cassilândia. Há uma agrovila de 300 casas que abriga 2 milhões de pés que daqui a pouco estão prontos para a produção de látex. Outros três milhões que estão com um ano, dois e três. A seringa começa a produzir entre cinco e sete anos.”

A matriz econômica vem se diversificando para transformar os produtos e para gerar mais emprego, mais salário, distribuir renda, agregando valor e para não fugir o ICMS. O melhor caminho para o Estado é a industrialização, dando benefícios maiores a quem transforma e procurando taxar o produto primário para ter indústria em MS. É Isso que tem procurado fazer o governo de Mato Grosso do Sul durante as gestões do governador André Puccinelli. Ele informa: “Fizemos uma legislação bem moderna em parceria com a Federação das Indústrias para que possam ser dados incentivos fiscais a quem mais tecnologia traz. Houve uma industrialização maciça de MS, fato que elevou a receita do Estado a R$ 750 milhões/mês, equilibrando as contas.”

A capacitação dos jovens também foi feita em parceria com o Sebrae, governo do estado, prefeituras e Fiems, houve treinamento em informática, mecânica e numa série de atividades para que sejam melhor qualificados e tenham condição de entrar no mercado de trabalho.

As Obras no Estado – A partir do MS Forte foram investidos R$ 3 bilhões e no MS Forte 2 foram R$ 3,6 bilhões. Além dos outros recursos empregados em compra de viaturas, equipamentos para a saúde, reforma, ampliação e construção de 33 escolas, executados nos orçamentos normais ano a ano. R$ 1.144 bilhão para assistência social, infraestrutura e logística R$ 1,48 bilhão, desenvolvimento sustentável R$ 706 milhões, estradas 3.662 km entre asfaltadas novas construídas e recapeadas.
As contas públicas do estado de MS estão muito mais sólidas e equilibradas. As contas inadimplentes no Cadin, Siaf e no Cadastro da Dívida Pública foram pagas. As contas todas serão livres de qualquer bloqueio ao sucessor de André Puccinelli, como ele tem afirmado em coletivas com a Imprensa.

A Sucessão em MS – Em nível de Estado existe uma união total. O governador diz que votará em  Dilma por gratidão. Havia gente que não queria permitir que o Estado tivesse empréstimo do BNDES a juros baixíssimos. André esclarece: “A presidente disse que não é para perseguir PMDB e nem ninguém. Por gratidão vou votar nela.” No Estado o governador tem falado repetidas vezes que seu apoio é para Nelsinho Trad e para  Simone Tebet. “O time que está trabalhando fez coligação com Eduardo Campos. Mas eu vou votar nela e pedir para os meus amigos. Eu vou votar na Dilma você pode me acompanhar? Sem oprimir, sem dizer você tem que votar na Dilma.” Enfatizou o governador.



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