de seu Governo, após quase oito anos de Gestão
Governador
André Puccinelli faz um balanço de seu Governo, após quase oito anos de Gestão
O governador
André Puccinelli vai deixar, dentro de alguns meses, a administração do Estado
com as contas públicas equilibradas e, sem gerar ônus ao próximo governador.
Ele atribui a industrialização e capacitação como algo sólido e determinante em
todo esse complexo gerencial, que produziu emprego e capacitação sem aumentar
alíquota nos impostos. Este
é um ano de despedida, mas o governador André Puccinelli avalia positiva a
Administração do Estado, cujas ações vieram de encontro aos anseios do povo
sul-mato-grossense.
AVANÇOS
SIGNIFICATIVOS - Houve avanços em todas as
áreas, mas o que o governador mais considera como fator decisivo em Mato Grosso
do Sul é o equilíbrio das contas do governo, sendo possível um melhor
planejamento. Puccinelli lembra sempre de um começo muito difícil, quando
herdou uma dívida enorme do governo que o antecedeu. “Nós tínhamos de dívida R$ 6,98 bilhões do
estado para com a União, mais vencidos relacionado em restos a pagar R$ 1,167
bilhão, cujo valor na época, em relação à arrecadação representavam 181% da
receita corrente líquida”, mencionou.
Agora o
Estado vive outra realidade, com um patamar aceitável dentro de uma programação
lógica, com o fechamento das contas em dezembro, sem quaisquer embaraços para o
sucessor. “A dívida em relação à receita corrente líquida não passará de 95%.
Portanto, dívida em relação à receita caiu a metade.”, declara o governante.
Gestão
Responsável– Na segurança pública, Puccinelli
encontrou 300 veículos em cima de cavaletes: alguns não tinham motor, câmbio e
rodas. Outros 300 estavam rodando no estado. Hoje, há mais de 1,2 mil veículos
circulando em MS. Não havia uniformes, mas foram comprados depois. Foram
substituídos os revólveres por armas mais modernas, pistolas automáticas e
armamentos mais pesados; foram compradas coletes à prova de bala, reformadas
muitas delegacias. Foi ampliado o número de servidores nas polícias. Foram chamados
2667 servidores e estão para ser chamados mais de 1,5 mil. Quase dobrando a quantidade
de recursos humanos das polícias. O Cenasp nacional diz que estamos entre os
três melhores estados nas soluções dos crimes. O percentual de resolução passa
de 70%.
Na
habitação, há um slogan em andamento, ‘uma casa por hora’. O total de casas
feitas no Estado, ou em parceria com o governo federal, prefeituras ou só
feitas pelo governo do estado, totalizam perto de 70 mil entre as entregues e
as construídas. O déficit representará 50 mil moradias ao término do nosso
governo. Só em Corumbá, 1,2 mil casas
foram feitas e entregues com recursos próprios do Governo do Estado.
Na saúde, é o
reclame maior, mas houve a descentralização, construindo e terminando hospitais
em Fátima do Sul, Chapadão e Coxim, todos equipados. O hospital de Nova
Andradina foi terminado, ampliado e equipado. Todos vinham para Campo Grande,
agora as pessoas são atendidas em suas cidades. Uma série de equipamentos foram
distribuídos, como Raio-x, que tem município que não possui ainda. Hoje, quase
todos os municípios têm raio-x, pequenos, médios e grandes, que foram entregues
com recursos do Estado. Em alguns lugares acontece o exame de mamografia, que é
mais sofisticado. Não é qualquer técnico, nem qualquer médico que faz e sabe
interpretar a mamografia. Dez municípios receberam mamógrafos e dois municípios
que receberam tomógrafos. “Nós fizemos um expediente chamado contratualização
que para os hospitais e as prefeituras recebessem o dinheiro a mais daquele que
é de nossa obrigação, de lei. Na contratualização, disponibilizamos R$ 10
milhões a mais por mês.” Finalizou o governador.
Matriz
Econômica. As duas fábricas de celulose
são um marco divisor na economia do Estado, e já se discute a possibilidade de
uma terceira fábrica de celulose na cidade de Ribas do Rio Pardo, tendo
acontecido audiência pública ali, por causa do Zoneamento Econômico Ecológico.
André define
assim: “Aqui é pra plantar alimento porque a terra é muito boa, não é para
plantar cana. Em outro local é apropriada para eucalipto e seringa. Há um
grande polo de seringueira em Cassilândia. Há uma agrovila de 300 casas que
abriga 2 milhões de pés que daqui a pouco estão prontos para a produção de
látex. Outros três milhões que estão com um ano, dois e três. A seringa começa
a produzir entre cinco e sete anos.”
A matriz
econômica vem se diversificando para transformar os produtos e para gerar mais
emprego, mais salário, distribuir renda, agregando valor e para não fugir o
ICMS. O melhor
caminho para o Estado é a industrialização, dando benefícios maiores a quem
transforma e procurando taxar o produto primário para ter indústria em MS. É
Isso que tem procurado fazer o governo de Mato Grosso do Sul durante as gestões
do governador André Puccinelli. Ele informa: “Fizemos uma legislação bem
moderna em parceria com a Federação das Indústrias para que possam ser dados
incentivos fiscais a quem mais tecnologia traz. Houve uma industrialização
maciça de MS, fato que elevou a receita do Estado a R$ 750 milhões/mês,
equilibrando as contas.”
A
capacitação dos jovens também foi feita em parceria com o Sebrae, governo do
estado, prefeituras e Fiems, houve treinamento em informática, mecânica e numa
série de atividades para que sejam melhor qualificados e tenham condição de
entrar no mercado de trabalho.
As
Obras no Estado – A partir do MS Forte foram
investidos R$ 3 bilhões e no MS Forte 2 foram R$ 3,6 bilhões. Além dos outros
recursos empregados em compra de viaturas, equipamentos para a saúde, reforma,
ampliação e construção de 33 escolas, executados nos orçamentos normais ano a
ano. R$ 1.144 bilhão para assistência social, infraestrutura e logística R$
1,48 bilhão, desenvolvimento sustentável R$ 706 milhões, estradas 3.662 km
entre asfaltadas novas construídas e recapeadas.
As contas
públicas do estado de MS estão muito mais sólidas e equilibradas. As contas inadimplentes
no Cadin, Siaf e no Cadastro da Dívida Pública foram pagas. As contas todas
serão livres de qualquer bloqueio ao sucessor de André Puccinelli, como ele tem
afirmado em coletivas com a Imprensa.
A
Sucessão em MS – Em nível de Estado existe uma
união total. O governador diz que votará em
Dilma por gratidão. Havia gente que não queria permitir que o Estado
tivesse empréstimo do BNDES a juros baixíssimos. André esclarece: “A presidente
disse que não é para perseguir PMDB e nem ninguém. Por gratidão vou votar nela.” No Estado o
governador tem falado repetidas vezes que seu apoio é para Nelsinho Trad e
para Simone Tebet. “O time que está
trabalhando fez coligação com Eduardo Campos. Mas eu vou votar nela e pedir
para os meus amigos. Eu vou votar na Dilma você pode me acompanhar? Sem
oprimir, sem dizer você tem que votar na Dilma.” Enfatizou o governador.
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