domingo, 13 de dezembro de 2009

Mensagem do Escritor - M/1020

Ventania
Olha só o que o poeta expressa, fazendo algumas alegorias, entre nós e a natureza: "No mármore adormecido, finquei estacas do sonho e poli na pedra bruta a bruta insensatez do amor. Refiz a escultura. Escrevi com sangue o nome que era efêmero na efemeridade do momento. Passou o vento, ventando ventania sobre as estacas fincadas profundamente. Pó - nova fuligem de sonhos, e outros mármores escandalosamente adormecidos." Viajando vagamente nas ondas do vendaval, às vezes o tempo fica escasso e se perde o caminho. Antes que a ventania se aproxime, busquemos o nosso esconderijo à Sombra do Onipotente. (150606)

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