O Perigo do Tabagismo entre os Profissionais da Saúde e da Educação
É estranho, muito estranho mesmo, quando nos deparamos com profissionais gabaritados que são fumantes inveterados. O vício é repugnante para qualquer pessoa, mas quando se trata de profissionais da saúde e da educação, é ainda pior. Imaginemos um médico que fuma próximo a seus pacientes, quando deveria dar o exemplo, pois ele sabe que o tabagismo é prejudicial à saúde, sendo um agente direto no surgimento do câncer. Todo fumante sabe que, mais cedo ou mais tarde, terá problema, pois a medicina aponta o tabaco como uma das causas desse mal. Como agente de saúde, o médico fumante dá um péssimo exemplo na sociedade. Da mesma forma, um professor fumante. Que exemplo ele estaria dando perante os seus alunos? É horrível, quando percebemos alguém com o título de professor, de qualquer nível, com uma carteira de cigarros na mão e jogando "baforadas" de fumaça para o ar. Além de representar um exibicionismo sem medidas, esse pseudo-educador dá provas de despreparo para a nobre profissão diante de seus alunos e da própria comunidade. Citamos aqui, como exemplo clássico, o médico e o professor, mas em qualquer área da atividade humana, os fumantes sempre incomodam, causando doenças a si próprios e proporcionando mal-estar aos que o rodeiam. Todos sabemos que os fumantes perturbam a ordem pública, razão pela qual o estado tem trabalhado no sentido de coibir essa prática em lugares públicos. Leis têm surgido nos parlamentos, criando mecanismos, na tentativa de diminuir esse hábito maldito, medida que são contestadas por fumantes e por defensores do vício, porque isso fomenta negócios, aumentando o faturamento das empresas. Ávidos por lucros exorbitantes que o tabaco favorece, o debate continua em todos os níveis, quando alguém ergue a voz contra o tabagismo.
É preciso lei mais severa, para que o número de fumantes no País possa reduzir ainda mais. Hoje, são mais de vinte milhões os que utilizam a "chupetinha do capeta". No emtender de alguns especilaistas, profissionais fumantes jamais deveriam ocupar função pública relevante, evitando a proliferação do mal, com o mau exemplo que eles podem dar. Assim, tanto o médico quanto o professor, não deveriam ser admitidos nas redes públicas, sem que antes passassem por um tratamento preventivo. Fumar é um direito que cada cidadão tem. Todos nós temos o direito de, até mesmo, provocar um atentado contra a nossa própria vida. Mas o médico e o professor, como agentes públicos, com o cigarro na boca, simplesmente estariam incentivando as pessoas a essa prática e contribuindo para o aumento de doenças entre os seus liderados.
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