As urnas eletrônicas utilizadas no Brasil são confiáveis? Essa é uma pergunta simples, mas é um tema pouco debatido. A resposta de outros países muito mais desenvolvidos que o nosso é clara. Não são confiáveis, pois um computador é vulnerável a invasões e manipulações dos resultados.
Há várias formas de se fraudar os resultados: por exemplo, é possível introduzir um comando que a cada três votos, um seja desviado para um determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número de outro. Urnas eletrônicas foram inspecionadas por especialistas em informática na Europa, que concluíram que é impossível saber se os resultados fornecidos correspondem às escolhas feitas. Resumindo, as urnas são inseguras e vulneráveis.
Por que países como Estados Unidos, Japão, Alemanha, França e dezenas de outros de primeiro mundo se recusam a usar as urnas eletrônicas? Será que eles não possuem tecnologia? Para eles o motivo é claro: as urnas eletrônicas não são seguras e não estão a serviço de uma democracia verdadeira.
Enquanto Holanda e Alemanha consideram “criminosas” as urnas que utilizamos no Brasil, aqui alardeamos que conseguimos os resultados poucas horas após o pleito. Os poucos com coragem para expor essa situação vergonhosa sumiram ou foram assassinados, segundo o Deputado Federal Fernando Chiarelli, do PDT, que afirmou ter recebido ameaças de morte desde que começou, em 2013, a denunciar fraudes nas urnas brasileiras. (Célio Pezza)
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