quinta-feira, 11 de junho de 2009

Shakespeare ou Francis Bacon?

Filósofo e político Francis Bacon

Quem realmente foi Shakespeare?
A Questão da Autoria de Shakespeare é o debate, que remonta ao século XVIII, sobre se as obras atribuídas a William Shakespeare de Stratford-upon-Avon foram realmente escritas por ele ou por uma outra pessoa, ou ainda por um grupo maior de dramaturgos/poetas. Embora tenham sido propostos inúmeros candidatos alternativos como o verdadeiro autor das obras, os principais reivindicadores incluíram os nomes de Francis Bacon, Christopher Marlowe, William Stanley (6º Conde de Derby) e Eduardo de Vero.
Os que duvidam que a autoria seja de Shakespeare acreditam que há uma falta de evidências concretas que demonstrem que o ator/empresário – às vezes conhecido como Shaksper de Stratford – também foi responsável pelo corpo de obras literárias que carregam um nome com uma grafia similar (mas não sempre idêntica) à sua própria. Outro argumento dos estudiosos que desconfiam da autoria é sobre o conhecimento educacional absurdamente superior presente nos trabalhos shakesperianos, que contém, juntos, um vocabulário imenso de aproximadamente 29.000 palavras diferentes (incluindo versões diferentes de palavras); vocabulário esse quase cinco vezes maior que a grande versão do Rei Jaime em cima da
Bíblia, que emprega somente 6.000 palavras diferentes. Muitos críticos têm encontrado dificuldades em acreditar que uma pessoa comum do século XVI, sem qualquer conhecimento educacional elevado, pudesse ser tão bem fluente na Língua inglesa, e muito menos em política, direito e em línguas estrangeiras – o latim, por exemplo, presente em obras como Hamlet.
Até o início da década de 1920, o Místico Francis Bacon foi o mais apontado como o autor das obras.

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