Aparentemente, as
mães assemelham-se a qualquer outro ser do sexo feminino, mas não é bem assim. A
partir do momento em que são mães, a maioria das mulheres começa a manifestar
características únicas e muito especiais.
Os Olhos. Os olhos da mãe
podem ser de qualquer cor e devem ser capazes de ver o que mais ninguém vê.
Duma maneira geral, a expressão dos olhos deve ser suave e amistosa, mas deverá
ter a capacidade de “soltar faíscas” nos momentos certos. Uma ferramenta
tipicamente usada por todas as mães, independentemente da cultura de cada país,
são os “olhos atrás das costas”.
Os Ouvidos. Os ouvidos das
mães devem estar preparados para todas as eventualidades 24 horas por dia.
Devem ser capazes de ouvir um bebê choramingar na outra ponta da casa ou de
escutar os cochichos da filha adolescente com as amigas. Devem ainda ter
potência suficiente para aguentar a música dos Patinhos ou a birra de uma
criança que quer um brinquedo. No entanto, é importante que estejam mal
sintonizadas para as más disposições dos filhos mais rebeldes.
O Nariz. Capaz de cheirar uma fralda recheada a 50
metros! Até agora, não há provas de que a teoria do “maior é melhor” funcione
neste caso. Algumas mães têm narizinhos muito pequeninos que parecem não
funcionar, mas que na realidade conseguem “cheirar” quantos cigarros fumou o
seu filho adolescente. Mas o nariz da mãe também tem sempre o prazer de cheirar
os ramos de flores oferecidos pelos filhos.
A Boca. Além da sua
localização na entrada do aparelho digestivo, que permite que as mães estejam
sempre bem alimentadas e saudáveis, a boca tem outras características muito
importantes. Deve ser capaz de cantar uma suave canção de embalar sem sair do
ritmo e de conversar durante horas a fio. Dela devem sair palavras meigas e
bonitas e muitos conselhos. A única regra absoluta é que nunca, mas mesmo nunca
deve ser usada para insultar, desmentir ou humilhar uma criança. Um requisito
absolutamente obrigatório em qualquer boca de mãe é conseguir dar milhões de
beijinhos aos seus filhotes e de, desta forma, curar qualquer dor, desde um
arranhão a um desgosto amoroso.
O Peito. A sua primeira
tarefa em relação aos filhos é fornecer-lhes alimento e aí são verdadeiras
máquinas de leite, independentemente do seu tamanho ou forma. Possui ainda uma
função aconchegante, o que faz com que todos os bebês adormeçam com facilidade
no colo da mãe.
A Barriga. Este é o primeiro
lar de todas as crianças. Conhecida pelas suas características interiores
bastante aconchegantes, a barriga da mãe continua a ter algumas utilidades mesmo
depois do nascimento. Juntamente com o peito, é o lugar preferido para valentes
sonecas.
As Costas. Se bem que na
sociedade ocidental não é assim tão comum, nalgumas culturas as costas da mãe
são utilizadas como meio de transporte dos seus bebês. No entanto, as barreiras
culturais são ultrapassadas com a expressão “carregar o mundo às costas”, usada
por todas as mães a nível universal.
Os Braços. Devem ser fortes
para carregar os filhos ao colo, para transportar os sacos das fraldas e todo o
tipo de tralhas. Todas as mães têm mil e um braços invisíveis que chegam a todo
lado e a todos os filhos ao mesmo tempo. Dentre as suas inúmeras funções, são
indispensáveis para adormecer uma criança, quando ela mais precisa.
As Mãos. Complementos
importantíssimos localizados na extremidade dos braços. Servem para tudo e mais
qualquer coisa. Uma das suas principais funções é fazerem festinhas sem se
cansarem. Apesar de estar expressamente proibida a sua utilização para fins
violentos, são por vezes úteis na administração de uns leves açoites.
O Coração. É, sem dúvida, o
órgão mais importante de qualquer mãe. Apesar de não estar à vista, é o que tem
mais manifestações exteriores. Quando combinado com os outros órgãos
verificam-se resultados surpreendentes. Apresenta uma particularidade
interessante: ainda que a sua dimensão seja relativamente reduzida, todos dizem
que “o coração de uma mãe é do tamanho do Mundo!”
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