O
mundo contemporâneo vive de maneira muito forte a indiferença entre as pessoas.
Parece existir uma interrelação pessoal, mas ela não satisfaz plenamente as
necessidades reais do cidadão que nasceu para ser livre e viver em sociedade.
Os acordos firmados já não são mais cumpridos, enquanto a minoria tenta ser
justa e correta em seu modus vivendi. As pessoas, regra geral, parecem sofrer
de amnésia, esquecendo-se facilmente de que o seu semelhante não pode ser
ignorado, ou tratado com indiferença. Os grandes, tomados pelo orgulho e pela
prepotência, desrespeitam as regras preestabelecidas e tomam rumos diferentes.
Os pequenos, ultrajados e sem força, apenas se contentam com as migalhas,
submetendo-se à arrogância daqueles que pensam que o sucesso é alcançado com
jactância. Estas Indiferenças Interpessoais serão aniquiladas, porque a Justiça
Divina há de prevalecer. Disse-lhe Jesus: “Eu vim a
este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem, vejam; e os que vêem,
sejam cegos.” (João 9:39)
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