quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Eleições 2012 - Ficha Suja - Iguatemi

‘Fichas Sujas’ e inelegíveis podem usar
“candidatos laranjas” para enganar Eleitor


Os "fichas sujas" e os "inelegíveis" devam usar todos
os prazos e recursos até às 24 horas antes do pleito
Com o advento da Lei da “Ficha Limpa” e diante do imenso universo de políticos inelegíveis no Brasil, políticos procuram saídas nada republicanas para tentar enganar a população, burlar a lei eleitoral e agredir a Constituição Federal.

No interior, especulam-se registros de candidatos considerados inelegíveis e, em certos casos, apenados pela Lei da Ficha Limpa. Depois de registrados e impugnados, serão substituídos no “apagar das luzes”, faltando apenas 24 horas da eleição do dia 7 de outubro próximo.
Apegando-se a essa morosidade da Justiça, no interior a estratégia é de que os "fichas sujas" e os "inelegíveis" - mesmo impugnados - devam usar todos os prazos e recursos possíveis até às 24 horas antes do pleito, quando deverão ser substituídos por "candidatos laranjas", que ficarão aguardando as "últimas ordens" para compor a chapa do impugnado, que fez a campanha e adquiriu a simpatia popular para o partido ou coligação. Este pode ser o caso de Iguatemi, se o TSE não julgar em tempo hábil o candidato Lídio Ledesma, do PDT, que tem enfrentado a Justiça Eleitoral, na condição de “Ficha Suja” e que concorre sub-judice aguardando a decisão de Brasília.

A "jogada" é simples. Invariavelmente, o impugnado tem algum prestígio eleitoral e relativa aceitação popular. Com isso, vai carregar seu conceito “entre aspas” até as últimas conseqüências. Na "hora H", será substituído por outro nome menos expressivo eleitoralmente. E sai até como vítima dos adversários. No dia da eleição, não haverá mais tempo sequer para alterar a foto do impugnado na urna eletrônica e o eleitor é passado para trás votando em outra pessoa, mas que já teve o nome registrado no Cartório Eleitoral como candidato substituto.
Alerta-se, pois, para possíveis mazelas, possíveis fraudes nas substituições majoritárias às vésperas do pleito, quando o povo brasileiro, pensando em votar no candidato A, acaba por eleger o B. Em outra dimensão, o partido lança o A, candidato "bom de voto", porém inelegível, para eleger o B, um rejeitado pelo povo. É o eleitorado enganado e votando no bom para eleger o mal.

 

 

 

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