sábado, 6 de outubro de 2012

Artigo: A Responsabilidade do Voto - A/01232

Dia de Eleição: Quem está preparado
para exercer a Verdadeira Cidadania?


Desde os primórdios, já havia a preocupação da escolha de um líder. O Velho Testamento, que conta a história do mundo antigo, especialmente do povo da promessa, tem relatos interessantes sobre a arte de governar. Os homens sempre disputaram o poder entre si, exercendo a democracia, que é o governo do povo, pelo povo e para o povo.

Já no Novo Testamento lemos que “toda autoridade é constituída por Deus”, assim cabe a quem vota, fazer a melhor escolha, para que possa agradar a Vontade Divina. Nesta afirmação está inserido o conceito do Livre Arbítrio, através do qual quem vota tem o direito de escolher o melhor segundo a sua ótica, mas também tem o dever de avaliar o quadro de postulantes para não dar um passo errado. Quem não escolhe bem, contribui com o mal no futuro, e desta forma, atrapalha o desenvolvimento da comunidade como um todo, e com ele próprio.

Sem qualquer dúvida, a responsabilidade é enorme na hora de escolher um candidato para votar. O cidadão mal informado, normalmente não está apto para votar, para exercer a cidadania plena. Quando o Homem é completo, cuja consciência esteja bem evoluída, ele se preocupa muito mais quando for votar em alguém. Votar não é tarefa assim tão fácil como alguns imaginam.

Centenas de postulantes a cargos públicos estão na rua à cata de voto, justificando-se a todo momento. Qual deles tem dignidade suficiente para merecer o sufrágio? Na verdade, o eleitor não possui “bola de cristal” e nem pode adivinhar que pode estar votando no pior nome de uma lista numerosa de candidatos para uma Casa-de-Leis. Poucos conhecem a função de um Legislador, e nem sabem se “aquele” com mais se identifica, dará bons resultados no exercício do poder. A eleição majoritária ainda é mais complicada, pois a opção de escolha é bem menor em virtude de convenções partidárias.

Então, diante do quadro complexo de uma eleição municipal, o melhor caminho para quem  deseja progresso e prosperidade para todos, é a busca silenciosa da orientação divina. Todos estamos sujeitos ao erro e quando o assunto é escolha de representante político, a responsabilidade passa a ser maior. É neste momento, quando tantas dúvidas pairam em nossa mente, quando a perplexidade aumenta em nós; não podemos vacilar, nem recalcitrar. A solução mais coerente de nossa parte é ir de encontro à Grande Consciência Universal, e sem reservas, impetrar a bênção do Absoluto sobre os Postulantes. Se possível, fazer com cada um deles um questionamento, e depois, cumprir o dever do voto.

Quando estivermos, todos nós, na cabine indevassável, é hora de não cometer os mesmos erros que cometemos. A decisão está em nossas mãos, mas é necessário uma análise sobre as consequências de uma escolha mal feita. Pedir que Deus nos oriente é também uma obrigação nossa, para que possamos nos congratular na vitória com o coração alegre, e para que, algum tempo depois, nossa palavra seja de gratidão ao Criador pelos acertos.

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