A difícil tarefa de administrar crises
Administrar a coisa pública não é mesmo fácil e não é para qualquer pessoa. Formar equipe exige competência e determinação. Alguns conseguem, enquanto a maioria julga-se incapaz para a gestão pública.
Há momentos de perplexidade em que os gestores ficam num emaranhado, como se estivessem num “beco” sem saída. Esta é a situação que vive o município de Mundo Novo por causa do orgulho partidário. No poder municipal, o alcaide não sabe mais o que fazer, pela absoluta falta de quadros.
As pastas importantes de Educação e de Saúde serão geridas por pessoas sem o devido preparo. A secretaria de obras, da mesma forma, ficará ao léu, com o titular sem a devida qualificação. A intenção era promover mudança, mas o intento não foi alcançado. A cidade não assimilou e fez “cara feia” à decisão no “caixote”. Uma loucura o que querem fazer com a gestão pública em Mundo Novo.
É grande o desencontro no quadro administrativo, além de tantos outros problemas de gestão. Na verdade, falta muita coisa para que o município possa crescer e se desenvolver. Se os mandatários tivessem um pouco de bom senso, poderiam tocar a máquina, contando com a colaboração de outros cidadãos, independentemente da cor partidária.
No entanto, o apego à sigla PT (e poderia também ser outro P), faz o retrocesso ganhar força. Ninguém suporta tanta inoperância nos serviços públicos, ficando o contribuinte distante das ações que poderiam ser benéficas e sem revanchismo.
Só Deus pode interceder por sua gente, porque se depender da gestão que aí está, a “vaca vai mesmo pro brejo”. Mais parece um pesadelo o que acontece nos bastidores políticos da Admirável Mundo Novo.
E se o vice Nivaldo Marques tivesse a oportunidade de administrar, algo inovador aconteceria?

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