O mundo tem se transformado numa grande
arena de negócios, onde impera toda espécie de relacionamento entre as pessoas.
Quando estas relações são meramente comerciais deixa de existir a consideração
ao elemento humano e passa a prevalecer o interesse financeiro, puramente
financeiro. Quando os elementos amizade e negócio caminham juntos, as partes se
sentem próximas advindo daí uma satisfação mais duradoura, um verdadeiro
sentimento de parceria. Neste caso, o lucro é distribuído de maneira coerente,
sem a intenção de apenas ganhar e ganhar. Se os homens negociassem levando em
conta a fraternidade acima de todas as coisas, estas relações comerciais seriam
muito mais produtivas. No entanto, a ganância e o desejo impuro de lucro fácil
fazem os negociantes a trilharem caminhos tortuosos. “Quando saíram da água, o
Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não O viu mais o eunuco; e, jubiloso,
continuou o seu Caminho.” (Atos dos Apóstolos 8:39)
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