segunda-feira, 7 de abril de 2014
Palavra de Vida
Diante
de qualquer ameaça ou iminente perigo, é necessário a participação de um
mediador, cuja atitude seja positiva na solução de problemas do ser humano.
Existem muitos exemplos em livros sagrados sobre o assunto. Por exemplo, o
Profeta Eliseu deparou-se com o caso da viúva endividada. Um problema sério ela
estava enfrentando porque não tinha como saldar as dívidas deixadas pelo
saudoso marido. Pela tradição, teria que entregar como escravos os dois filhos
aos credores. Foi nesse ponto que o mediador Eliseu atuou de maneira decisiva,
intercedendo por aquela família triste. O Profeta era qualificado para a
mediação, e agiu com firmeza no caso, salvando aquela criatura e os filhos do
ultraje. Eliseu clamou a Deus e obteve o favor para o livramento da família que
era temente ao Criador. “Todavia
digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o
Consolador não virá; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7)
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