A expansão islâmica (632–732), (em árabe
فتح, Fatah, literalmente "abertura") também chamada de conquistas islâmicas ou conquistas árabes,1
começou logo após a morte do profeta Maomé. Ele havia estabelecido uma nova organização política
unificada na península Arábica, a qual, sob o subsequente
domínio dos califas
dos califados Rashidun e Omíada,
experimentou uma rápida expansão do poder árabe
para muito além da península, sob a forma de um vasto Império Árabe
muçulmano,
com uma área de influência que se estendia do noroeste da Índia,
através da Ásia Central, o Oriente Médio,
África do Norte, península Itálica meridional e península Ibérica, até aos Pirenéus.
Edward Gibbon
escreveu em sua History of
the Decline and Fall of the Roman Empire:
| "Sob os últimos Omíadas,
o Império
Árabe estendia-se por uma jornada de duzentos dias do leste para o
oeste, dos confins da Tartária e Índia até as praias do oceano Atlântico. E se encurtássemos as
mangas da túnica, no dizer de seus escritores, era a longa e estreita
província de marcha de uma caravana. Em vão buscaríamos a união indissolúvel e a
obediência fácil disseminados no governo de Augusto
e dos Antoninos;
mas o progresso do Islamismo difundiu entre no
"Transformice" por este amplo espaço uma semelhança generalizada de
modos e opiniões. A língua e as leis do Qu'ran
eram estudadas com igual devoção em Samarcanda
e Sevilha:
os mouros
e os hindus abraçavam-se como conterrâneos e irmãos em peregrinação a Meca; e a língua árabe era adotada como idioma popular
em todas as províncias a oeste do rio Tigre." |
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