terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Artigo: As Religiões e os Novos Tempos - A/01431

As Religiões devem ou não
se adaptar aos Novos Tempos?
Sei que esse é um tema complicado e que provavelmente receberei muitas criticas, mas estou disposto a dar minha cara a tapa. Como eu já disse numa postagem anterior religiões são rótulos e para mim esses rótulos não são importantes, o que realmente importa é você se sentir bem e praticar o bem independente de qual religião frequenta.
O ser humano busca eternamente a evolução, aliás não só o ser humano, mas todos os seres vivos e no decorrer do tempo já foi comprovado que os seres que não evoluem, que não se adaptam estão fadados a cair no esquecimento e extinção. E isso temos visto hoje em dia em tudo, seja na politica, seja nas leis, e porque não na Religião? O que era bom ontem pode ser desnecessário amanhã, para isso evoluímos, é isso o que buscamos.

Não sei que nome vão dar a essa ou essas novas religiões no futuro, mas creio que chegara um tempo em que não será necessário templos ou rituais pois o maior templo nós já temos, e não respeitamos, que é o corpo humano, e os rituais serão substituídos pelos ensinamentos comuns a todas as religiões, como o amor, a fraternidade, o respeito, ensinamentos estes que serão aceitos e praticados por todos. É claro que isso ainda está longe de acontecer e alguns vão mesmo falar que é utópico, mas é assim que eu vejo o futuro, é nisso que creio.
As mudanças ocorrerão lenta e gradativamente, pode ser uma igreja que não mais usará as imagens de santos, um templo que não usará imagens, um centro onde não será obrigatório a vestimenta branca, um preceito aqui, um dogma ali. Não pensem que o Santo, ou entidade, ou espirito deixará de frequentar ou ajudar se tais mudanças ocorrerem, afinal eles também buscam a evolução, e ao contrario de nós seres humanos, eles já se adaptam às diferentes religiões há muito tempo.

Para mim só existem dois caminhos: o caminho da união que é esse que falei acima, repleto de mudanças e dificuldades a serem vencidas, e o caminho oposto que é o da discórdia, onde ficaremos nos atendo às diferenças e aos preceitos e dogmas há muito desnecessários, e fatalmente chegaremos às discussões, lutas e guerra. A escolha é nossa. Eu, particularmente, escolho a união e o amor. (Wanderley Donaire Maganha)

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