Obreiros Evangélicos sentem falta de Reuniões
No início, o Conselho de Pastores de Mundo Novo, teve importante participação através de de dedicados ministros de inúmeras denominações evangélicas de Mundo Novo. Alguns pastores se uniram, criando o Conselho, acreditando em sua operosidade, como aliás deu provas disso, durante os primeiros meses de sua existência. Reuniões calorosas foram realizadas, seguindo uma alternância natural, obedecendo a cronogramas traçados pelos principais líderes espirituais das igrejas participantes. Bons resultados produziu o Conselho de Pastores, que teve reuniões decisivas nas igrejas Assembléia de Deus, Luetara , O Brasil para Cristo, Irmãos Menonitas, dentre outras organizações religiosas da cidade.
Era grande o entusiasmo que se verificava entre os dirigentes, tendo o jovem Marcelo Antônio sido eleito presidente da Entidade, congregando aproximadamente vinte ministros evangélicos. Discussões proveitosas foram travadas, no intuito de se fazer encaminhamentos dignos de um Conselho que nascia para ser forte e representativo.
De repente, veio a paralisação. Ninguém mais sabe explicar o porquê dessa inatividade, que fez do Conselho de Pastores, um organismo inoperante e sem vida. O propósito era outro, não fosse, quem sabe, a vaidade de quem se propôs a desenvolver uma tarefa, que até o momengto não disse a que veio. No entanto, Obreiros abnegados como os pastores Luciano, Vítor, João Carlos e outros vivem a cobrar uma ação prática do Conselho, que ainda pode ser revitalizado, recuperando a sua notoriedade e respeito na comunidade mundonovense.
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