terça-feira, 22 de abril de 2008

A Madrasta de Isabella - P/230

O choro de Anna Jatobá e Alexandre Nardoni:
considerado uma " farsa" pelo público brasileiro.


A Madrasta de Isabella

Anna Carolina, tão repudiada diante do que aconteceu,
com Alexandre dissimulando, buscando uma proteção.
Fantástico em Ação: o show da vida quando anoiteceu.
Perguntas óbvias surgiam. As respostas? Sempre “não”

Sorriso sarcástico de um homem, que afirma ser o pai,
quando a madrasta, com ênfase diz não ser “criminosa”;
colocando-se no lugar de mãe, palavra de sua boca sai;
“Isabella me chamava de mamãe, uma menina ditosa.”

Na TV, um jogo de palavras, pairando dúvidas no ar.
O repórter, incisivo, ia inquirindo, para saber a verdade.
Ela e ele, “ lágrimas de crocodilo”, chorando sem parar.
O público solta o “grito”, quer saber a dura realidade.

Uma cortina de fumaça envolve a grande tragédia...
o crime permanece encoberto, Isabella sempre lembrada.
Pai e madrasta na televisão, o “ensaio de uma comédia”:
pobre mãe Carolina, sofrendo tanto sem dizer nada...

22.04.2008 – Jairo de Lima Alves

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