domingo, 6 de abril de 2008

Guaíra - P/157

Guaira

Minha Guairá dos velhos sonhos
Tens belezas, raras e naturais
Lembram tempos de outrora
Que não esqueço jamais.

As quedas tão apreciadas
O homem as destruiu
Tudo em nome do progresso
E nada se construiu.

Usina, barragem, ponte...
A engenharia traçou.
O crime foi praticado,
Só a saudade ficou.

Guaira sente e relembra
De seus heróis, a história...
A igrejinha é o marco
Tudo em nossa memória.

Jairo de Lima Alves

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